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RECANTO DA LEITURA

 
 
 
 
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  VIVÊNCIA:
A REVISTA BRASILEIRA DE ALCOÓLICOS ANÔNIMOS

Um pouco da nossa história.
1985—No decorrer do ano de 1985 a Junta de Custódios e os Comitês reuniram-se em Baependi, Minas Gerais. Havia um anseio generalizado de se editar uma Revista para o A.A. brasileiro. O companheiro Aragão prontificou-se a editá-la em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, mas, estaria a Irmandade suficientemente madura para sustentar uma Revista? O que seria publicado? Como seria o nome da Revista? O tamanho, periodicidade? E o encarregado? Aragão sugeriu: REVISTA BRASILEIRA DE ALCOÓLICOS ANÔNIMOS e ele se encarregaria. O pagamento da gráfica e dos profissionais seria feito com o resultado da venda da Revista. Depois de muita discussão Aragão foi autorizado a editar o NÚMERO ZERO da Revista, em Campo Grande, MS. Embora houvesse falha, a Revista foi um sucesso total. Os 5.000 exemplares editados foram quase todos vendidos em tempo recorde. A Revista era viável.
1986—Em 1986, devido a problemas técnicos e editoriais, consoante apreciação e parecer do Comitê de Literatura da Junta, a Revista Brasileira de A.A. foi transferida para ser editada e publicada em Brasília, sob nova direção; o diretor da Revista seria o companheiro Chaves (custódio alcoólico). Nesta ocasião o nome da Revista mudou-se para VIVÊNCIA. Adquiriu um formato bem menor, quase de bolso e instituiu-se a assinatura anual. A Revista crescia.
1988—A Vivência era editada em Brasília e distribuída pelo ESG. Logo com o 2º número aconteceu um acidente: uma das caixas que levava a Revista de Brasília a São Paulo extraviou-se no caminho; o que sobrou do número dois esgotou-se rapidamente, tornando aquela edição uma verdadeira raridade.
1989—Brasília editou treze números. Todos da melhor qualidade dentro daquele enfoque editorial: a Revista não era feita para os membros de A.A., mas para as pessoas de fora da Irmandade.
1990—Em outubro a Junta resolveu passar a direção da Revista ao companheiro Carvalho, de Fortaleza. Carvalho, Alexandre e Gil editaram o nº 14. Havia cerca de 3.000 assinantes.
1991—Mudou-se o enfoque da Revista: a publicação passou a ser feita pelos companheiros de A.A. para os companheiros de A.A. Cada edição trazia um artigo de um profissional da medicina. A tiragem era trimestral.
1992—Foi editado o último número da Revista em Fortaleza: o nº 24.
1993—A Vivência veio para São Paulo. Na Conferência a Junta de Custódios nomeou nova direção para a Vivência; à frente, os companheiros: Antonio, A. Barão, Mário S. e Sebastião A. O primeiro número editado em São Paulo foi o nº 25: mudou o formato e o conteúdo, com variado número de depoimentos, dando ênfase às realizações dos Organismos de Serviço.
1994—Com a edição nº 27 a partir de janeiro a Revista passou a ser bimestral. Nesse período até o nº 29, a Vivência deu ênfase aos eventos de A.A.
1995—Até maio esta diretoria havia composto onze números da Revista e, esteticamente, a Vivência já estava bem próxima dos dias de hoje. A Conferência instituiu o Comitê de Publicações Periódicas (CPP) e a edição de nº 36 já foi editada por este Comitê tendo como coordenador o companheiro José Roberto e o gráfico de profissão, companheiro Sebastião.

1996—O companheiro Vagner, apadrinhado pelos companheiros José Roberto e Sebastião assumiu o Comitê de Publicações Periódicas. Ao longo desses anos a Revista contou com a colaboração da companheira Eliane G., Marcelo, Marlene, Graça e com a do França, que é fotógrafo.
1998—O Comitê, além da edição, começou a controlar sistematicamente a distribuição aos assinantes: - quantidade de assinantes ativos e inativos, RVs, estoques e reclamações.
1999—A qualidade editorial da Revista foi melhorando; as falhas de distribuição reduziram-se a níveis aceitáveis.
2000—Com a entusiasmada atuação dos Coordenadores Estaduais e Representantes da Vivência cresce cada dia mais o número de assinantes.
2001—A Revista já contava com cerca de 8.000 assinantes assíduos e uma tiragem de 10.000 exemplares.
2002—Assumiu a coordenação do Comitê de Publicações Periódicas o companheiro Iguatemy assessorado pela companheira M.O, que selecionava as matérias, digitava os textos, corrigia a ortografia, redação e colocava as ilustrações na Revista. O objetivo inicial desses companheiros não foi introduzir modificações na operacionalidade do CPP e, sim fazer uma avaliação do andamento dos trabalhos dos funcionários, da equipe de produção, projeto gráfico, revisão e editoração. Uma reestruturação seria necessária, porém encarada com muita seriedade. A falta de companheiros servidores era e é sempre uma constante. Nosso processamento de dados: controles de assinantes, cadastro, emissão de etiquetas, listagens não apresentava confiabilidade; o sistema apresentou muitos problemas, que foram revistos criteriosamente. Reformular esta parte requereu tempo e uma atenção redobrada. Mas precisava ser feita. Com relação aos assinantes realizamos a atualização dos nossos cadastros analisando as reclamações dos mesmos e revendo a forma de distribuição para não termos tantas devoluções. Pelo exposto sentimos que o mal não era recente. As reclamações continuaram e eram várias. A mais constante era a do não recebimento da Revista.

2003—Em novembro o Coordenador do CPP enfrentou problemas de saúde, primeiro na família e depois ele próprio, sendo necessário, por ordem médica, seu afastamento, assumindo a Coordenação do Comitê a companheira MO que o estava assessorando.
2004—abril: por questões administrativas e financeiras, em reunião, o CPP e o Custódio de Serviços Gerais do ESG acharam por bem fazer uma avaliação e reformulação na Revista Vivência como um todo: compilação das matérias, editoração, revisão, projeto gráfico, jornalista responsável, assim como pesquisa de preços de três gráficas, chegando-se à conclusão que a Revista poderia passar por uma mudança radical, ou seja, em todos os itens citados acima, sem, no entanto, perder a qualidade e com grande economia à JUNAAB. Seguindo esta linha de pensamento, a partir da Edição de número 89 a compilação das matérias e o projeto gráfico passaram a ser elaborados pela então Coordenadora. A diagramação passou a ser feita por Hediny, uma amiga de A.A. e a revisão da Revista feita pelo companheiro Eloy M., Coordenador do CTO/JUNAAB. A impressão e fotolito passaram a ser feitos por diferentes gráficas uma vez que a cada bimestre é feita a cotação de preços. Se tudo desse certo conseguiríamos uma economia razoável. Vem dando certo! Desde abril de 2004 nunca mais houve atraso na postagem de nossa Revista: - o lote todo é colocado em circulação na 1ª semana do 1º mês do bimestre.

A Correspondência: temos recebido um volume considerável de correspondência. Todas são respondidas e publicamos, em primeira instância, aquelas que dizem respeito aos temas sugeridos. Na medida do possível vamos publicando as outras também, pois todas as matérias merecem nossa consideração e respeito.
Correspondência via e-mail: através do nosso site temos recebido cerca de 200 e-mails por mês com os mais variados assuntos: a) matérias a publicar, sugestões, comunicação de mudanças de endereços, algumas pequenas críticas e elogios também, o que nos fortalece colaborando na continuidade e esforço de oferecermos o melhor. Todos os e-mails são respondidos. Deixamos de atender prontamente o assinante quando a solicitação do mesmo para mudança de endereço ou evento “chega em cima da hora” e a Revista já está na gráfica, em arte final; caso contrário comunicamos imediatamente a gráfica e a solicitação é atendida.

Fotos dos grupos: são publicadas por ordem de recebimento.
Divulgação - Esta parte é de suma importância para a Vivência: os RVs. Sentimos que os Representantes da Revista Vivência precisam ser mais motivados em seu trabalho com material de divulgação; bom material e colocado à disposição deles incentivando a venda de mais assinaturas.
Para facilitar o trabalho dos RVs elaboramos um “folder” com tópicos informativos sobre a Revista. O mesmo foi enviado a todos os RVs dos Grupos de A.A. do Brasil.
2004—dezembro - na última edição deste ano, a de nº 92 foram acrescentadas 05 páginas à Revista porque: a) Os Conceitos já vinham ocupando 02 páginas; b) Reservarmos 2 páginas à Convenção; c) aumentamos a fonte: o tamanho das letras dos endereços. O sistema utilizado em nosso escritório para o controle de assinaturas vem sendo sistematicamente aprimorado e com a colaboração dos companheiros dos outros Comitês, em equipe, rigorosamente selecionamos e revisamos as matérias. Os boletos passaram a ser enviados em envelopes à parte da Revista.
2005—Lembramos que a matéria que chega às nossas mãos assinada pelo autor é de responsabilidade exclusiva do mesmo e representa seu pensamento pessoal, que mesmo coincidente, não deve ser considerado de A.A. como Irmandade, nem mesmo da Revista Vivência.
Para o RV elaboramos a Pastinha do RV, “um kit” de ferramentas de trabalho contendo: uma pequena mostra de nossas Revistas, um folheto informativo, espaço para o Cartão pessoal do RV, a história da Vivência, os procedimentos para se assinar a Vivência, as propostas de assinaturas e mais duas edições “antigas” da Vivência.
2006—tudo estava transcorrendo muito bem; editamos a 100ª edição em março, porém algo nos incomodava: o nordeste e o norte reclamavam do atraso das entregas. Recebiam a edição um mês depois de postada. Inúmeras foram nossas idas aos Correios para tentarmos descobrir onde estava a falha, mas de nada adiantou. Para sanar este problema contratamos uma firma particular de entrega porta-a-porta. Pelo currículo apresentado a firma nos parecia idônea, mas qual não foi nossa surpresa quando na entrega das edições 102 e 103 as Revistas não chegaram aos assinantes. Recebemos reclamações de quase todo o Brasil, principalmente de São Paulo. Foi um caos, mas não fugimos à responsabilidade. Imprimimos mais e enviamos aos reclamantes. Voltamos a usar os serviços dos Correios e tudo “se normalizou”. Passamos a comprar o nosso próprio papel (comercial e imune) para uso da Vivência e de toda literatura.
2007—Um fato marcante! Uma edição só com matérias de profissionais! Conforme sugestão da CSG publicamos a edição 105 só com matérias de profissionais. Foi um sucesso e em reunião do Comitê resolvemos que a cada 05 Edições uma conterá matérias de profissionais. A procura da edição 105 foi tamanha que imprimimos mais 1.000 exemplares. A edição 110 deste mesmo ano também abordou os temas Profissionais.
2008—A Coordenação deste Comitê vêm apadrinhando duas companheiras que se propuseram a servir no CPP; está dando certo e, num futuro bem próximo, através do apadrinhamento, com certeza cumprir-se-á a Tradição da rotatividade. Após a XXXII CSG lançamos mais um cartaz com informações sobre a Vivência para que o RV tenha mais subsídios para seu trabalho. A Edição 115, de setembro/outubro/2008 também será voltada aos Profissionais e Amigos de A.A.

O COMITÊ DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS
É responsável pela editoração da Revista Vivência e dos Boletins Informativos: “BOB Mural” e “JUNAAB Informa”.
A Revista Vivência tem como objetivos principais:
1) Informar o público em geral como funciona a Irmandade de A.A.
2) Destacar o Programa de Recuperação de A.A. através dos depoimentos de companheiros que chegam à redação.
3) Informar aos membros e aos Grupos de A.A. o que a Comunidade Profissional pensa a respeito da nossa Irmandade e sobre os problemas do alcoolismo.
Sendo assim, temos procurado realizar nossos trabalhos conforme nossas atribuições editando a Revista Vivência, o JUNAAB Informa e o BOB Mural, mantendo sempre o diálogo com a Diretoria Executiva sobre a política mercadológica a ser adotada com relação a estas publicações.
Temos definido a linha editorial, bem como a qualidade final dos periódicos editados acompanhando e supervisionando todas as fases das publicações.
Aprovamos os serviços gráficos e informamos ao ESG sobre a aceitação ou não do material impresso.
Verificamos o andamento da correspondência dirigida ao Comitê: lemos e respondemos.
Banco de dados: armazenamos todo material recebido, que é encadernado e arquivado para consulta conforme o tema sugerido na edição a ser publicada. Registramos toda correspondência recebida e enviada, assim como catalogamos todas as matérias publicadas desde a Revista zero até a data de hoje, por tema e por ordem alfabética. Temos também o registro de todos os artigos enviados por profissionais e amigos de A.A. por tema e por ordem alfabética. O registro e arquivo das fotos dos Grupos têm como critério para publicação a ordem cronológica
(de chegada ao CPP). Solicitamos: - ao nos enviarem as fotos que sejam escritos no verso da mesma o nome do Grupo, cidade e Estado (temos um grande número de fotos sem identificação).
Nossos trabalhos vêm transcorrendo normalmente e bem, tendo como base para esta avaliação o mínimo de reclamações que vêm ocorrendo.

CRITÉRIOS PARA A PUBLICAÇÃO DAS MATÉRIAS
O CPP publica artigos considerados significativos do ponto e vista dos nossos Passos, Tradições, Conceitos, à luz dos Legados da Recuperação, Unidade e Serviço, desde que relatem experiências pessoais, sejam escritas na “linguagem do coração” e na primeira pessoa do singular.
Também selecionamos artigos de profissionais amigos de A.A. que expressem pontos de vista de seus autores sobre o nosso Programa de Recuperação ou compartilhem experiências de cooperação em suas respectivas áreas.
Cuidamos para que cada Revista traga a maior variedade possível quanto à procedência geográfica das contribuições.
Quando há qualquer dúvida quanto à matéria ser publicável ou não, por mais remota ou leve que possa parecer a eventual conseqüência negativa de sua publicação, optamos pela não publicação.
O conteúdo do Editorial é redigido pelo CPP.
O que não publicamos?
Ficção, drama, poemas, orações, tributos, cartas a terceiros, históricos de grupos ou órgãos de serviços, acrósticos e artigos que possam ferir o espírito das nossas Tradições ou que não estejam relacionados à Irmandade, legislação, tratamento para o alcoolismo, etc.)

A REVISTA BRASILEIRA DE ALCOÓLICOS ANÔNIMOS

É denominada “Revista Vivência”, publicada bimestralmente, de responsabilidade da Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos, JUNAAB e, conforme Manual de Serviços faz parte da Literatura de A.A. do Brasil. É editada de dois em dois meses e postada aos assinantes na 1ª semana do 1º mês do bimestre. Ex: a edição é de janeiro/fevereiro : é postada na 1ª semana de janeiro. O preço da assinatura é de R$ ..,.. correspondendo a 06 exemplares por ano e a validade da mesma é a partir do dia e mês do pagamento, o qual poderá ser efetuado em qualquer Agência Bancária.

PROCEDIMENTOS PARA ASSINATURA:
a) Preenchimento do prospecto que há dentro da Revista ou fornecido pelo RV.
b) Postagem do mesmo no correio. Não há despesas; o selo é pago pela Revista.
c) O boleto para pagamento chegará em sua casa e você terá 30 dias para pagar em qualquer banco a contar do dia da expedição do boleto.
d) Solicitação pelos sites: www.alcoolicosanonimos.org.br - www.revistavivencia.org.br
e) Você receberá seus exemplares da Revista Vivência em sua casa assim que seu boleto for quitado.

PORQUE A REVISTA VIVÊNCIA É IMPORTANTE PARA OS AAs.,
AMIGOS DE A.A. E PROFISSIONAIS?

A Revista VIVÊNCIA é...
• um “Décimo Segundo Passo moderno”. Quantas vezes ficamos inibidos em abordar o assunto alcoolismo; basta começarmos mostrando Nossa Revista seguida da abordagem;
• uma “Reunião Ambulante”; podemos levá-la a qualquer lugar e para casa. Quando chegamos cansados do serviço, sem ânimo de irmos à reunião do grupo, ou há alguém doente na família, que nos prende em casa, a Vivência nos servirá de alento para o momento apenas;
• a melhor ajuda para os companheiros que estão em iminente recaída. É só ler qualquer matéria que a compulsão desaparece;
• como sugestão poderá ser livro de cabeceira de todo AA, pois lendo toda manhã um trecho de qualquer matéria ficaremos fortalecidos nas próximas vinte e quatro horas;
• útil no Apadrinhamento! Basta oferecer uma Revista VIVÊNCIA ao seu afilhado;
• importante para esclarecer os Profissionais e a Comunidade, pois divulga Alcoólicos Anônimos e seu programa de recuperação. Poderá chegar aos profissionais e à comunidade através de assinaturas/cortesia;
• eficaz nas abordagens e aos familiares: basta oferecermos um exemplar da mesma ao alcoólico problemático ou a um familiar do mesmo.

AO REPRESENTANTE DA REVISTA VIVÊNCIA

• Sugere-se que todo RV leia a Revista Vivência para obter subsídios e desenvolver seu trabalho.
• Faça sua própria assinatura, pois ninguém pode diculgar um produto que não conhece.
• A tarefa do RV é divulgar a Revista Vivência junto aos membros do grupo e familiarizá-los com a oportunidade de aprimoramento da sobriedade que ela oferece, através de artigos baseados em experiências pessoais de recuperação escritos por companheiros de A.A., além dos artigos escritos por não AAs sobre suas experiências profissionais. Chamada às vezes de “reunião impressa”, a Vivência também publica um calendário mensal dos eventos especiais de A.A.
• Ao RV eleito pelo grupo sugere-se enviar seu nome e endereço para: Vivência, Caixa Postal 580, CEP 01060-970, São Paulo- SP. Os mesmos dados devem ser enviados para o Coordenador de Publicação e Literatura da Área. Com estas informações ele será devidamente cadastrado e receberá regularmente a correspondência com os formulários de assinatura da Vivência.

Outras atribuições do RV:

• Informar ao grupo a chegada de cada nova edição e comentar sobre as matérias nela publicadas;
• Fazer com que a Vivência sempre esteja exposta em lugar visível no grupo e, se possível, manter um pequeno mural com frases da última edição, cupom de assinatura, lista das assinaturas vencidas e a vencer, etc.
• Sugerir ao grupo que ofereça assinaturas de cortesia da Vivência a médicos, religiosos, juízes, advogados, delegados, assistentes sociais, jornalistas, repórteres, etc.
• Sugerir ao grupo que use artigos da Revista nas reuniões com temas e nos trabalhos do CTO.• Motivar os membros do grupo a mandarem colaborações para a Vivência: artigos, desenhos, etc.
• Solicitar aos profissionais, principalmente àqueles que conhecem o
nosso programa, o envio de artigos à Revista.
• Orientar e motivar os companheiros a fazerem ou renovarem suas assinaturas, e encaminhar à Vivência as assinaturas, renovações e sugestões dos assinantes.
• Seria bom que o RVD participasse das Reuniões Mensais do Distrito apresentando sugestões para o RSG, incentivando a eleição do RV e, caso o grupo ainda não possua, o RSG faria a divulgação da Revista.
• Ao RVD que tiver condições de visitar os Grupos de seu Distrito sugere-se apadrinhar ou acompanhar o RV do Grupo falando sempre sobre a Revista Vivência e principalmente sobre o tema específico de cada edição.
• A participação do RVD na Reunião Mensal da Área, na medida do possível, também é importante.
• Tudo que fizermos para A.A. através de um trabalho como Servidor de confiança estaremos fazendo para nós mesmos.




TÉCNICAS DE DIVULGAÇÃO
(Fonte: companheiro J.Nézio/Curitiba/PR)
DETALHES IMPORTANTES
 As melhores técnicas de divulgação não custam absolutamente nada: os assinantes adoram cortesia, simpatia, entusiasmo, alegria e companheirismo.
 Um aperto de mão, um abraço com alegria e a satisfação em atender, valem mais que todas as promoções que são feitas por outros meios.
ACOMPANHAMENTO
 Acreditamos que a chave para a fidelidade do assinante é o acompanhamento.
 Jamais esquecer o assinante. Jamais deixar que ele esqueça.
 O RV será bem sucedido quando faz o acompanhamento dos membros assinantes.
CONTATO PESSOAL
 A propaganda é apenas 1% do processo de divulgação; o contato no dia a dia é o que realmente funciona.
 Nada substitui um contato pessoal e caloroso.
 Todos querem se sentir únicos, esperados, importantes.
SORRIR
 A cada dia olho no espelho e analiso como anda a minha expressão facial.
 Evito expressão de indiferença.
 Elimino a expressão de tristeza.
 Reforço toda expressão de alegria.
 Sorrio com franqueza quando vou divulgar a Vivência!
DEMONSTRAÇÃO DO PRODUTO
 Valorizo cada demonstração, pois represento pessoas que se envolveram no processo das edições.
 Procuro sempre mostrar da melhor forma a Revista Vivência e os Serviços.
 Os apelos feitos para os olhos são 70% mais eficazes do que apenas o uso das palavras.
FACILIDADE E AGILIDADE
 Quanto mais facilito e agilizo a operação, mais os assinantes são atraídos.
 Manter as coisas simples, eliminando burocracia excessiva.
LAÇOS DE COMPANHEIRISMO
 Procuro fazer amigos pois, todos gostam de comprar de amigos.
 Procuro encantar os assinantes com lealdade e transparência nas informações.
COMODIDADE
 Faço tudo para que o assinante ache cômodo fazer assinatura ou renovar comigo.
 Jamais dificulto as coisas.
 Procuro ser solução e não problema para o assinante.
CREDIBILIDADE
 Os pequenos atos desonestos, prejudicam tanto ou mais que os grandes.
 Não prometo o que não posso cumprir.
 Evito criar altas expectativas.
 Procuro fazer mais que prometi.
 Os companheiros precisam confiar em mim para fazer ou renovar assinaturas.
 Eu sou a imagem da estrutura de serviços da Irmandade.
MOTIVAÇÃO
 Pensamento positivo me transforma naquilo que penso.
 Ajo entusiasticamente.
 Entusiasmado, contagio meus companheiros RV’s, RVD’s e eles, os assinantes.
 Pessoas motivadas, têm motivos para agir.
 “Não” é a palavra mais desmotivante.
ASSINANTES SATISFEITOS
 Assinantes satisfeitos são meus mais poderosos aliados.
 Minha principal tarefa é fazer o assinante feliz.
 Eles voluntariamente farão divulgação da Revista Vivência e da Irmandade.
AÇÃO
 Haja o que houver, ajo.
 Perdendo tempo, destruo muitas oportunidades.
 Procuro a perfeição: sempre há algo para melhorar.
 Idéias não são suficientes, somente a ação importa.

RECLAMAÇÕES
 Para cada reclamação, outros 20 assinantes com o mesmo problema não o fizeram.
 A reclamação é de grande valia para sanar os erros e melhorar sempre mais.
 Transformo o assinante queixoso em assinantes ativos.

PERSISTÊCIA
 Em geral, não é no primeiro contato que a pessoa assina a Revista Vivência.
 A maioria desiste apenas a um passo do sucesso.
 Thomas A. Edison, um dos maiores gênios da nossa história, persistiu mil vezes até inventar a lâmpada elétrica.
CRIATIVADADE
 Uso a imaginação
 Observo e anoto tudo o que pode ser mudado e melhorado.
 Não imito, crio.
 As boas idéias possuem uma elegante simplicidade.
 Toda idéia nova é absurda, até que se torne um sucesso.
ACREDITAR EM MIM MESMO
 “Eu posso” é uma sentença poderosa.
 Há situações em que meu “faro” é fundamental.
 Ouço a minha intuição.
 Acredito em mim, mesmo que ninguém mais acredite.
 Se eu não acreditar em mim, quem o fará?
 Todos gostam de fazer negócios com otimista.

COMO USAR A VIVÊNCIA EM DIFERENTES SITUAÇÕES:
1. REUNIÃO ESCRITA: - A VIVÊNCIA é a solução ideal para quem não pode assistir às reuniões regularmente ou para quem deseja mais reuniões. Compacta de fácil leitura, a cada bimestre, publica a essência do que de “melhor” você poderia esperar de uma reunião.
2. PRESENTE IDEAL: - Para um companheiro ou amigo, poucos presentes podem ser mais apropriados do que uma assinatura da VIVÊNCIA. É uma lembrança continuada de sua atenção e fonte de prazer e de inspiração para o presenteado.
3. NO PREPARO DE PALESTRAS: - Procurando idéias para fazer uma palestra mais interessante? Você encontrará na leitura da VIVÊNCIA: histórias pessoais, artigos interpretativos, anedotas, noticiário de A.A. do Brasil e do mundo, opiniões de médicos sobre o alcoolismo e o programa de recuperação oferecido pelo A.A. e muitas outras matérias.
4. INFORMANDO: - Como A.A. está chegando aos hospitais e prisões? O que é a Conferência de Serviços Gerais e o que ela significa para os membros de A.A. individualmente? E quanto ao A.A. no resto do mundo? VIVÊNCIA traz o mundo para sua casa e o mantém sempre atualizado.
5. FÓRUM DE DEBATES: - Quer transmitir uma idéia? VIVÊNCIA lhe dá uma visão tão ampla quanto possível de A.A. como um todo, onde você e seus companheiros podem permutar histórias, pontos de vista e interpretações do programa de recuperação.
6. ABORDAGENS: - Permita que a VIVÊNCIA mostre ao recém-chegado o que A.A. realmente é - uma maravilhosa comunidade humana de mais de dois milhões de homens e mulheres em todo o mundo, unidos no propósito comum de permanecerem sóbrios e ajudar outros a alcançarem à sobriedade.
7. PALESTRAS: Grupos de todo Brasil estão usando artigos da VIVÊNCIA para discussão em reuniões temáticas. Com a VIVÊNCIA os membros ficam mais bem preparados para tais reuniões, capazes de contribuir mais construtivamente.
8. TROCA DE EXPERIÊNCIAS: - Você pensa que seu grupo tem problemas? Não se preocupe. Procure inteirar-se das inúmeras experiências de grupos publicadas freqüentemente em VIVÊNCIA. É uma forma construtiva de manter seu grupo sintonizado com as Tradições.
9. APADRINHAMENTO A INSTITUIÇÕES: - Existe alguém no seu grupo apadrinhando (ou pretendendo apadrinhar) um grupo em hospital ou numa prisão? Uma assinatura de presente será profundamente apreciada por homens e mulheres com limitados contatos com o mundo exterior.
10. APADRINHAMENTO AO RECÉM-CHEGADO: - Muitos grupos encorajam os recém-chegados a ler a Revista, a discutir e fazer perguntas sobre os assuntos lidos. Alguns grupos oferecem gratuitamente uma Revista a cada visitante.

BOM TRABALHO A TODOS!



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