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RECANTO DA LEITURA

 
 
 
 
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  DA DERROTA À VITÓRIA

"Apesar de todas as dificuldades do cotidiano sinto-me bem mais leve e à
vontade para dizer o quanto o Poder Superior operou maravilhas e quanto
estou feliz".

Ao ingressar em A.A. vinha de uma derrota tão grande que havia chegado
ao ponto de, ajudado pela bebida, recusar até mesmo ouvir a palavra Deus,
pois conseguia "provar" que Ele não existia.

Quanta imbecilidade! Dos vinte anos aproximadamente, que passei
bebendo, além de pelo menos quatro internações em decorrência da ingestão
demasiada de bebida alcoólica, boa parte deles vivi (ou vegetei) num mundo
criado por mim e para mim, no qual outras pessoas não tinham sequer direito
de opinar.

Essa barreira, alicerçada pelo orgulho e arrogância, ainda permaneceu
após anos de desobediência aos Doze Passos sugeridos para recuperação,
acúmulo de sofrimento e desgaste, além de uma recaída alcoólica.

Por incrível que pareça, estava em A.A. sugerindo aos outros como agir
em casos de dificuldades, embora eu mesmo caminhasse a passos muito curtos
em direção à tão sonhada reformulação de vida. Eles conseguiram transpor os
obstáculos impostos e eu, mesmo demonstrando ou, tentando demonstrar algum
equilíbrio esbarrava em velhos e conhecidos inimigos acima exemplificados.
Porém, um dia chegou à hora de renunciar.

Essa renúncia começou a ser ensaiada há alguns anos, quando visitei um
Grupo em cuja parede estava exposto o seguinte:

Existem três tipos de pessoas que são muito infelizes:

1) As que não sabem e não perguntam;

2) As que sabem e não ensinam; e

3) As que sabem, ensinam e não praticam.

Nas reuniões que eu participava, pelo menos era honesto comigo ao
afirmar que ainda não me encontrava em condições de afirmar que ainda não me
encontrava em condições de dizer que estava feliz, apesar de alguns anos sem
beber.

Graças a Deus chegou o dia de poder afirmar o contrario. E como foi
bom! Hoje, apesar de todas as dificuldades do cotidiano sinto-me bem mais
leve e à vontade para dizer o quanto o Poder Superior operou maravilhas e
quanto estou feliz.

Quando recordo que o comentário do Sétimo Passo afirma: "Percebemos que
não era necessário sermos sempre levados à humildade por cacetadas e
pancadas. Tanto poderíamos atingi-la procurando-a voluntariamente como pelo
sofrimento incessante". Enquadro-me exatamente nessa situação, pois era o
que me acontecia.

Doravante, continuar melhorando cada vez mais é a meta a ser alcançada,
pois, uma vez derrubada a barreira que tanto me atrapalhou, as coisas
tornaram-se mais fáceis e, com certeza, assim como pretendo não voltar ao
primeiro gole, também não vejo porque me submeter contra a vontade de Deus,
ao sofrimento desnecessário e devastador.

Hoje estou imensamente agradecido e a melhor forma de demonstrar essa
gratidão é exatamente ajudando aos que ainda não encontraram o caminho. E o
que é melhor: repassando o que realmente sinto; sugerindo inclusive que a
saída está bem mais próxima do que se imagina, pois, quando transmitimos
somente o que possuímos, sem fazer uso de "capas", tais como: Sou feliz, sou
isso, sou aquilo... A verdade prevalece.

Descobri também que o único Ser que, de fato é, chama-se Deus; eu, como
humano sempre estou e quero estar, por mais 24 horas: sóbrio, sereno e
feliz.

A.M/Belém/PA

"A União Faz A Força"

Em primeiro lugar quero agradecer a Deus por estar sóbria e em segundo lugar
agradecer a equipe que faz a Revista Vivência pela ampla divulgação da nossa
Convenção em Manaus e dizer a todo o Brasil da maravilha que foi esta grande
festa de pura confraternização unidade. Sem sombra de dúvida, essa foi a
maior experiência que já vivi durante esses quinze anos que faço parte da
Irmandade.

Já vivenciei algumas convenções, mas esta, para mim foi sem igual, porque
participei não só do momento da sua realização, mas de todos os trabalhos,
as discussões, a organização cada detalhe e cada decisão tomada. Uma equipe
maravilhosa de companheiros, todos querendo o melhor! Uma unidade que nunca
se rompeu durante esses quatro anos e foi pura alegria vermos nosso trabalho
realizado.

Para terminar, quero agradecer a todos os companheiros e companheiras que
fizeram parte da nossa equipe, no caso, a recepção.

Meu muito obrigado. Sem vocês nada teria sido possível. Desta companheira
que os ama muito.

Maria/ Amazonas

Vivencia - Janeiro/Fevereiro -
2008




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