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RECANTO DA LEITURA

 
 
 
 
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  FELICIDADE




“Na Opinião do
Bill”










A GRATIDÃO DEVE IR
PARA FRENTE




“A gratidão
deveria ir para frente, nunca para trás. Em outras palavras, se você levar a
mensagem a outros, estará pagando da melhor maneira possível a ajuda que lhe foi
prestada.”




Nenhuma satisfação
tem sido mais profunda e nenhuma alegria maior do que um trabalho do Décimo
Segundo Passo bem feito. Contemplar os olhos de homens e mulheres se abrirem
maravilhados, à medida que passam da escuridão para a luz, ver suas vidas se
encherem rapidamente de um novo propósito e significado, e acima de tudo vê-los
despertados para a presença de um Deus amoroso em suas vidas – essas coisas
constituem a essência do que recebemos, quando levamos a mensagem de A. A.




“SOLITÁRIOS” – MAS
NÃO SOZINHOS




O que se pode
dizer dos muitos membros de A. A. que, por várias razões, não podem ter uma vida
familiar? No início muitos deles sentem-se sós, magoados e abandonados, ao
testemunhar tanta felicidade doméstica ao seu redor. Se não podem ter esse tipo
de felicidade, A. A. pode lhes oferecer satisfações igualmente valiosas e
duradouras?




Sim, desde que
eles se disponham a procurá-las. Cercados por tantos amigos Aas, os assim
chamados “solitários” nos contam que já não se sentem sós. Em companhia de
outros homens e mulheres, podem se dedicar a inúmeros ideais, pessoas e projetos
construtivos. Podem participar de empreendimentos que por sua natureza seriam
negados aos casados. Todos os dias vemos esses membros prestarem relevantes
serviços e receberem, de volta, grandes alegrias.




MELHOR QUE OURO




Como
recém-chegados, muitos de nós têm se entregado à intoxicação espiritual. Como um
explorador faminto ao esgotar a última migalha de alimento, encontramos ouro. A
alegria que sentimos aos sermos libertados de uma vida toda de frustração foi
enorme.




O recém-chegado
sente que encontrou algo melhor que ouro. Ele pode não perceber de imediato que
apenas tocou a superfície de uma mina infinita, que só pagará dividendos se
explorá-la pelo resto da vida e se insistir em doar toda a produção.




DANDO SEM EXIGIR




Observe qualquer
AA de seis meses trabalhando com um provável membro no Décimo Segundo Passo. Se
o recém-chegado disser: “Vá para o diabo que o carregue”, o AA que está fazendo
o Décimo Segundo Passo apenas sorri e busca outro alcoólico para ajudar. Não se
sente frustrado nem rejeitado. Se seu próximo bêbado aceitar e, por sua vez,
começar a dar amor e atenção a outros sofredores e não dá nada de volta para
ele, o padrinho se sente feliz de qualquer forma. Ele ainda assim não se sente
rejeitado; pelo contrário, alegra-se porque seu apadrinhado está sóbrio e feliz.




E ele sabe bem que
sua própria vida foi enriquecida com um dividendo extra por dar a um outro sem
exigir qualquer retribuição.




ALÍVIO E ALEGRIA




Quem pode dar uma
explicação de todas as misérias que já sofremos e quem pode avaliar o alívio e a
alegria que os últimos anos nos trouxeram? Quem pode possivelmente contar os
grandes resultados do que o trabalho de Deus, através de A. A. já pôs em
movimento?




E quem pode
desvendar o grande mistério de nossa total libertação da escravidão que leva à
mais fatal e desesperada obsessão, que por séculos tinha dominado a mente e o
corpo dos homens e mulheres como nós?




Achamos que o bom
humor e o riso são úteis. As pessoas de fora às vezes ficam chocadas quando
manifestamos alegria contando uma experiência, aparentemente trágica, do
passado. Mas por que não deveríamos rir? Estamos recuperados e ajudamos outros a
se recuperarem. Que maior motivo de regozijo poderia haver do que esse?




DEPOIS DA “LUA DE
MEL”




“Para a maioria de
nós, os primeiros anos de A. A. se parecem com uma lua-de-mel. Existe uma nova e
poderosa razão que nos mantêm vivos, há uma grande alegria em tudo. Durante
algum tempo estamos afastados dos principais problemas da vida. Isso tudo é
muito bom.




“Mas quando a
lua-de-mel termina, somos obrigados a carregar nossos fardos, como todas as
outras pessoas. É aí que começam os testes. Talvez o grupo nos tenha levado à
margem. Talvez tenham aumentado as dificuldades em casa ou no trabalho ou ainda
no mundo lá fora. Então os antigos padrões de comportamento reaparecem. O que
revela a extensão de nosso progresso é o modo como reconhecemos e lidamos com
esses padrões”.




Os sábios sempre
souberam que ninguém pode melhorar sua vida até que o auto-exame torne-se um
hábito regular, até que ele admita e aceite as coisas que descobrir, e até que
tente corrigir o que está errado.




FELIZES – QUANDO
SOMOS LIVRES




Para a maioria das
pessoas normais a bebida significa a libertação da preocupação, do aborrecimento
e da ansiedade. Significa uma alegre intimidade com os amigos e um sentimento de
que a vida é boa.




Mas não foi isso o
que aconteceu conosco, nos últimos tempos de nossas pesadas bebedeiras. Os
velhos prazeres desapareceram. Havia um desejo ardente de gozar a vida, como
nunca, e uma dolorosa ilusão de que algum novo controle milagroso nos permitisse
fazê-lo. Havia sempre mais uma tentativa e mais um fracasso.




Estamos certos de
que Deus nos quer ver felizes, alegres e livres. Portanto, não podemos
compartilhar a crença de que esta vida seja necessariamente um vale de lágrimas,
embora em certa época tenha sido exatamente isto para muitos de nós. Mas ficou
claro que vivíamos criando nossa própria miséria.




VIDA DIÁRIA




A importância que
A. A. dá ao inventário pessoal só nos é difícil porque muitos de nós na verdade
nunca tivemos o hábito de fazer uma meticulosa auto-análise.




Uma vez que esta
saudável prática tenha se tornado um hábito, passará a ser tão interessante e
proveitosa, que o tempo gasto com ela não será perdido. Pois esses minutos, e às
vezes horas, gastos com o auto-exame conseguem tornar as outras horas do dia
melhores e mais felizes. Finalmente nossos inventários acabam por se tornar uma
necessidade da vida diária, e não uma coisa incomum ou excepcional.




DÁDIVAS DE DEUS




Percebemos que o
sol nunca se põe para a Irmandade de A. A.; que mais de trezentos e cinqüenta
mil pessoas agora se recuperam de sua doença; que começamos em toda parte a
transpor as enormes barreiras de raça, credo e nacionalidade. Esta certeza de
que tantos de nós têm sido capazes de encontrar suas responsabilidades,
sobriedade, crescimento e eficiência no confuso mundo em que vivemos, certamente
nos dará a mais profunda alegria e satisfação. Mas, como pessoas que sempre
aprenderam pelo modo mais difícil, com certeza não vamos nos felicitar. Temos
que saber que esses bens são dádivas de Deus, que em parte se combinaram com uma
crescente boa vontade de nossa parte para descobrir e fazer Sua vontade para
conosco.




SATISFAÇÕES DE UMA
VIDA CORRETA




Como é maravilhoso
sentir que não precisamos nos distinguir especialmente de nossos companheiros
para podermos ser úteis e profundamente felizes. Poucos de nós podemos ser
líderes destacados, e nem queremos sê-lo.




O serviço prestado
com alegria; as obrigações honestamente cumpridas; os problemas bem aceitos ou
resolvidos com a ajuda de Deus; a consciência de que em casa ou no mundo lá fora
somos parceiros num esforço comum; o fato de que os olhos de Deus somos todos
importantes; a prova de que o amor dado livremente sempre traz retorno; a
certeza de que não estamos mais isolados e sós em prisões construídas por nós
mesmos; a segurança de que podemos nos ajustar e pertencer ao esquema de Deus –
essas são as satisfações de uma vida correta, que jamais poderiam ser
substituídas por qualquer pompa ou cerimônia ou por qualquer quantidade de
posses materiais.




UM VIGOROSO COMEÇO




Mesmo o mais novo
dos recém-chegados descobre recompensas jamais imaginadas quando procura ajudar
seu companheiro alcoólico que está ainda mais cego do que ele. Esse é na verdade
o tipo de doação que não exige nada em troca. Ele não espera que seu companheiro
sofredor lhe pague, ou mesmo lhe dê amor. E então ele descobre que, através do
divino paradoxo desse tipo de doação, encontrou sua própria recompensa, tenha
seu companheiro recebido ou não alguma coisa. Seu próprio caráter pode ainda não
estar bem formado, mas de alguma forma sabe que Deus permitiu que ele tivesse um
vigoroso começo, e sente que está à beira de novos mistérios, alegrias e
experiências com as quais nunca havia sonhado.




CAMARADAGEM EM
PERIGO




Nós AAs, somos
como os passageiros de um grande navio, momentos depois de serem salvos de um
naufrágio, quando a camaradagem, a alegria e a democracia reinam na embarcação,
desde a mesa de terceira classe até a mesa do capitão.




Ao contrário dos
sentimentos dos passageiros, contudo, nossa alegria por haver escapado do
desastre, não diminui quando cada qual segue seu próprio caminho. O sentimento
de compartilhar um perigo comum – a recaída no alcoolismo – continua sendo um
elemento importante do poderoso vínculo que nos une em A. A.




Nossa primeira
mulher alcoólica tinha sido paciente do Dr. Harry Tiebout, e ele lhe havia
entregue uma cópia manuscrita do Livro Azul. A primeira leitura a deixou
revoltada, mas a segunda a convenceu. Em seguida ela foi a uma reunião realizada
em nossa sala de estar, e dali ela voltou para o sanatório levando essa clássica
mensagem a um companheiro paciente: “Não estamos mais sozinhos”.




A FELICIDADE É A
META?




“Não acho que a
felicidade ou a infelicidade sejam a questão principal. Como enfrentamos os
problemas que surgem? Como aprendemos através deles e transmitimos o que
aprendemos aos outros, caso eles queiram aprender?




“Do meu ponto de
vista, nós deste mundo somos alunos da grande escola da vida. O propósito é
tentarmos crescer e ajudar nossos companheiros viajantes a crescerem no amor que
não faz exigências. Em suma, procuramos progredir à imagem e semelhança de Deus,
como nós O concebemos.




“Quando vem a dor,
espera-se que aprendamos a lição, com boa vontade, e que aprendamos a ajudar os
outros a aprenderem. Quando vem a felicidade, nós a aceitamos como uma dádiva, e
agradecemos a Deus.”




OS RESULTADOS DA
ORAÇÃO




Quando o cético
experimenta o processo da oração, deve começar a acumular resultados. Se
persistir, é quase certo que encontrará mais serenidade, mais tolerância, menos
medo e menos raiva. Vai adquirir uma coragem calma, sem nenhuma tensão. Poderá
ver o “fracasso” e o “sucesso” como realmente são. Os problemas e calamidades
começarão a representar aprendizado em vez de destruição. Vai sentir-se mais
livre e mais sadio.




A idéia de que
tenha se hipnotizado por auto-sugestão parecerá ridícula. Seu senso de utilidade
e de propósito aumentará. Suas ansiedades começarão a diminuir. Sua saúde física
talvez melhore. Coisas imprevistas e maravilhosas começarão a acontecer.
Relações distorcidas com a família e com outras pessoas melhorarão
surpreendentemente.




(Fonte: Na Opinião
do Bill – paginas: 29-53-57-69-163-216-218-233-249-254-298-302-306-321)










FELICIDADE





“Viemos Acreditar”














Para
chegar a uma definição operacional de felicidade, nas minhas tentativas de
aplicar o projeto de A. A. à reconstrução de uma vida estilhaçada, tentei
primeiro recordar a felicidade que perseguíamos nos velhos tempos. Suspeito que,
para a maioria de nós, a felicidade fosse equacionada à alegria.





Buscávamos na bebida a euforia, a libertação até mesmo do mais ligeiro vestígio
de responsabilidade. Queríamos isolamento contra a urgente mudança do mundo ao
nosso redor, um leito macio numa nuvem lânguida. E, durante fugazes momentos,
pouco antes da cortina do esquecimento cair, nos deixávamos levar para aquele
estado de ilusões.





Disseram-nos então: "Venham para A. A. Nós os ajudaremos a manter a sobriedade e
vocês encontrarão a felicidade real".




A
sobriedade era real mas, subitamente, o mundo também era - um lugar agressivo e
impiedoso que nunca havíamos encarado totalmente antes. Onde estava essa coisa
tão perseguida chamada felicidade?




Um
filósofo da antiguidade disse que a felicidade não é algo que experimentamos; é
algo que recordamos. Mesmo assim, correndo o risco de soar fora de moda, digo
que "estou muito feliz". Deixem-me acrescentar, rapidamente, que nada daquilo
que hoje possuo veio fácil. Para mim, foi e é ainda uma parada dura. Abandonar
as prerrogativas da infantilidade crônica nunca é muito fácil. Mas, no início do
jogo, precisava de definições.





"Serenidade", numa palavra que usávamos a partir do momento em que nos
arrastávamos para nossa primeira reunião de A. A., era desde o início um
conceito ilusório. Parecia significar qualquer coisa - imunizado, à prova de
obstáculos, uma bênção completamente garantida para nos habilitar a não perder a
coragem quando as coisas não saem como queremos. Ouvi a Oração da Serenidade
entoada como um sortilégio para vencer o fascínio da tentação, como uma varinha
mágica que afastasse tudo que fosse desagradável. No que me diz respeito, minha
própria definição de serenidade evoluiu para algo mais ou menos assim:





Parece-me que a maior parte das angústias e distúrbios na vida das pessoas –
sejam alcoólicas ou não – deriva de uma persistência teimosa demais em tentar
resolver problemas insolúveis. É por essa razão que a filosofia contida
na Oração da Serenidade é uma das diretrizes mais importantes que encontrei em
A. A.




Aceitar
as coisas que não se pode modificar. Tão simples. Se o problema não puder ser
resolvido – hoje – bem, deixe-o para lá. Admito que isso nem sempre é
fácil; exige autodisciplina, uma capacidade raramente encontrada nos alcoólicos
recentemente sóbrios.




Por
outro lado, os problemas que podem ser resolvidos proporcionam uma vida
realmente excitante. O desafio diário de se atracar com os conflitos encontrados
desde a aurora até o escurecer, e dominá-los, é estimulante.




Porém,
a última linha da Oração da Serenidade contém o golpe mais duro – a sabedoria
para distinguir entre as situações solúveis e insolúveis. Como alguém que
suspeitava muito da própria sabedoria (bem, desde que estivesse sóbrio),
descobri que a substituição da palavra "sabedoria" por "honestidade" me fornecia
a pista para a resposta que estava procurando.




O
segundo princípio da Oração da Serenidade é muito freqüentemente visto por alto.
Fico constantemente maravilhado com o número dos assim chamados obstáculos que
superei, depois de observá-los atentamente e reunir quaisquer parcos recursos
que possuísse, pegando então nas ferramentas.




A
serenidade é conseqüentemente para mim a ausência de conflitos insolúveis.
Compete a mim determinar primeiro se, depois de uma análise honesta de mim
mesmo, posso enfrentar o problema, decidindo então se ele deve ser enfrentado,
transferido para um outro dia ou esquecido para sempre.




Podemos estabelecer metas com
horizontes realísticos - se mantivermos o reconhecimento honesto das nossas
limitações. Vencer as batalhas diárias, envolvidas na consecução dessas metas, é
excitante. Essas é que são as emoções reais.




A casa
estilo Charles Addams (1) – Charles Addams – Famoso desenhista. (N.T.) que estou
tentando reconstruir nunca será o Taj Mahal (2) – Taj Mahal – Importante
construção na Índia. O maior túmulo do mundo. (N.T.), mas será o trabalho das
minhas próprias mãos, com todas as manchas de sangue e todas as equimoses do
entusiasmo, embutidas no "faça você mesmo" e em nada aliviadas por algum talento
real nesse departamento.




Nunca
conseguirei cultivar tomates do tamanho daqueles do meu vizinho, mas o gosto dos
meus pequeninos tomates é melhor na minha mesa do que o seria o gosto das
maravilhas
que ele consegue.




Pela
primeira vez na minha vida, estou dando a um patrão um honesto aperto de mão e
percebo o companheirismo e a satisfação de se trabalhar em equipe e de
contribuir com minha pequena parcela para o sucesso do todo.




A única
galeria que meus quadros irão adornar algum dia fica entre nossa sala de estar e
o vestíbulo de entrada, mas aventurando-me em um campo novo é divertido e as
coisas estão melhorando, ainda que eu seja o único que consiga enxergar a
mudança.




Nosso
orçamento escolar foi por água abaixo, mas tive pelo menos a satisfação de saber
que lutamos para valer. (Imaginem eu interessado numa coisa dessas, nos velhos
tempos!) Esperem até o próximo ano.




Quase
não conheci a família que perdi nas bebedeiras. Minha atual esposa e filhos,
dividendos diretos da sobriedade, proporcionam-me a maior alegria. Nunca em
minha vida, antes de A. A. havia feito coisa alguma por alguém. E mesmo hoje mal
consigo ficar quites, porque ainda recebo mais do que algum dia poderei dar.




Existe
apenas uma coisa tão bela quanto o rosto de um garotinho de quatro anos, na hora
de contar histórias antes de dormir: é o rosto de sua irmãzinha.




Assim,
a felicidade é para mim a plenitude, a satisfação de saber que você fez o melhor
que as suas limitações honestamente avaliadas permitiram – em todas as fases da
vida.





Felicidade é a gratidão pelo milagre que me concedeu outra oportunidade de levar
uma vida que um dia abandonei.





Felicidade é crescer. É aprender a ser grato por todas as coisas que você
realmente possui. A Felicidade é tanto para ser experimentada quanto para ser
recordada.








( New Hartford, Nova
York)











FELICIDADE




“ Reflexões Diárias”














A FELICIDADE VEM CALMAMENTE









“O problema conosco, os
alcoólicos, era este: Exigíamos que o mundo nos desse felicidade e paz de
espírito, porém, queríamos consegui-los numa ordem especial: pela rota do
álcool. E não tivemos sucesso. Mas, quando com o tempo descobrimos algumas das
leis espirituais e nos familiarizamos com elas e as colocamos em prática, então
conseguimos felicidade e paz de espírito... Parecem existir algumas regras que
temos que seguir, mas felicidade e paz de espírito estão sempre ali, abertas e
de graça para qualquer um.”




(Dr. Bob e os Bons Veteranos)









A simplicidade do programa de A. A. me ensina que felicidade não
é alguma coisa que eu possa “exigir”. Vem para mim calmamente enquanto sirvo aos
outros. Oferecendo minha mão para o ingressante ou par alguém que recaiu,
descubro que minha própria sobriedade foi recarregada com gratidão e felicidade
indescritíveis.









LIBERDADE PARA SER EU MESMO









Se trabalharmos com afinco nesta
fase de nosso desenvolvimento, ficaremos surpreendidos antes de chegar à metade
do caminho. Vamos conhecer uma nova liberdade e uma nova felicidade.




(Alcoólicos Anônimos)









Minha primeira verdadeira liberdade é a liberdade de não precisar
beber hoje. Se realmente desejá-la, praticarei os Doze Passos, e através deles
me chegará a felicidade desta liberdade – às vezes rapidamente, outras vezes
lentamente. Seguir-se-ão outras liberdades, e fazer seu inventário será nova
alegria. Tive uma nova liberdade hoje, a liberdade de ser eu mesmo. Tenho a
liberdade de ser melhor do que jamais fui.

(Fonte: Reflexões Diárias – páginas: 25-147)


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