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RECANTO DA LEITURA

 
 
 
                 

 

 

 

 

                 

 

 

 

 

                 

 
 
 
 

                 

 
 

EXPLANAÇÃO SOBRE O
5º PASSO

PARTICIPE DESSE TEMA COM O COMP. NEMEZIO

aanemezio@hotmail.com
VEJA AQUI

 

ENTENDENDO
A 7ª. TRADIÇÃO
?

 
««ACESSE AQUI»»

 E-MAIL: aanemezio@hotmail.com

 
 
1ª Promessa

2ª Promessa

3ª Promessa

4ª Promessa

5ª Promessa

6ª Promessa

7ª Promessa

8ª Promessa

9ª Promessa

10ª Promessa

11ª Promessa

12ª Promessa

 

 

 

     
 
     

 




     

 

     

 

 

     

 

COMO FUNCIONA OU COMO FUNCIONAVA?
Artigo escrito pelo Corky de Oklahoma, já traduzido ao português, versando sobre os problemas encontrados em AA dos nossos dias com esvaziamento e conseqüências....
VEJA AQUI

 

UMA CARTA SALVADORA
Certos acontecimentos nos impressionam de tal forma que os guardamos para sempre na lembrança. Estávamos no ano de mil novecentos e oitenta e dois e era véspera do dia de São João.

Estava saindo de casa para participar de uma reunião com meus companheiros quando ele chegou totalmente desorientado!

Continue lendo...

 

 

 

 
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     

Ser Líder em A.A. - Bill W. »» Veja Aqui

             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
     
             
           
 

TRABALHOS DO DR. LAÍS

A FAMÍLIA DISFUNCIONAL DO ALCOÓLICO

 

A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS

 

O A.A. NÃO MUDA, MAS MUDA

 

O A.A. E OS PROFISSIONAIS

 

“A DIFÍCIL ARTE DE OUVIR”

                 

A ORAÇÃO DA
SERENIDADE

 

PALESTRA REALIZADA EM CURITIBA, PARANÁ

 

ACERCA DO SURGIMENTO DOS DOZE PASSOS DE AA

 

ATITUDES QUE DIFICULTAM A COMUNICAÇÃO

 

ATITUDES QUE FACILITAM A COMUNICAÇÃO

                 

AUTOESTIMA

 

CHEGOU DE BICICLETA

 

CICLO DAS 12 TRADIÇÕES

 

AS TRADIÇÕES

 

CICLO DO LIVRO AZUL

                 

SOBRE A CODEPENDENCIA

 

CONCEITO IV

 

CONSCIÊNCIA COLETIVA

 

CRESCIMENTO ESPIRITUAL

 

DA DESONESTIDADE
ÀS VIRTUDES

                 

UMA MENSAGEM SEM FRONTEIRAS

 

A DÁDIVA DO RABINO

 

EU SOU RESPONSÁVEL

 

O GRUPO
MUDANÇA NA MATRIZ

 

NÃO PRECISAMOS
DE HERÓIS

                 

OBRIGADO PELO
SILÊNCIO DE VOCÊS

 

PANFLETO SOBRE APADRINHAMENTO EM A.A.

 

PRIMEIRO A
PRIMEIRAS COISAS

 

REPARAÇÕES

 

SÍNDROME DE DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL

                 

SÓBRIO E SOBRIEDADE

 

PEQUENA HISTÓRIA DENTRO DE GRANDE HISTÓRIA

 

SOBRE UM MOMENTO ESPECIAL VIVIDO EM AA

 

UMA PEQUENA HISTÓRIA...

 

VISÃO DOS 12 CONCEITOS PARA SERVIÇOS MUNDIAIS

                 
 
 

As Promessas
Em nosso Livro Azul são enunciadas as promessas de A.A. Cabe aqui transcrever o texto do parágrafo que fala sobre elas.

"Se formos cuidadosos, nesta fase de nosso desenvolvimento, ficaremos surpresos antes de chegar à metade do caminho. Estamos a ponto de conhecer uma nova liberdade e uma nova felicidade. Não lamentaremos o passado, nem nos recusaremos a enxergá-lo. Compreenderemos o significado da palavra serenidade e conheceremos a paz. Não importa até que ponto descemos, veremos como nossa experiência pode ajudar outras pessoas. Aquele sentimento de inutilidade e auto-piedade irá desaparecer. Perderemos o interesse em coisas egoístas e passaremos a nos interessar pelos nossos semelhantes. O egoísmo deixará de existir. Todos os nossos pontos de vista e atitudes perante a vida irão se modificar. O medo das pessoas e da insegurança econômica nos abandonará. Saberemos, intuitivamente, como lidar com situações que costumavam nos desconcertar. Perceberemos, de repente, que Deus está fazendo por nós o que não conseguíamos fazer sozinhos.

Serão estas promessas extravagantes? Achamos que não Estão sendo cumpridas entre nós - às vezes depressa, outras devagar. Sempre se tornarão realidade, se trabalharmos para isto".

Em um artigo publicado na edição de dezembro de 2003, da revista Grapevine, um companheiro de nome Don H. do Canadá, escreveu:

AS PROMESSAS - VERSÃO ATUALIZADA
"Eu só ouvi sobre as promessas, depois de estar em A.A. durante algum tempo. Meu primeiro pensamento foi - elas nunca se realizarão no meu caso! Contudo elas se realizaram, porque eu trabalhei para isso. Mas se as promessa tivessem mais o meu feitio, elas teriam se materializado mais rapidamente. Minha versão é assim:
1. Você irá saber seu nome e endereço completos (com CEP e tudo).
2. Você se lembrará sempre onde estacionou seu carro.
3. Você será capaz de encontrar dois pés de meia iguais.
4. Você será capaz de fazer um bolo sem o receio de esquecer o forno ligado a noite inteira.
5. Você perderá a aversão à comida.
6. Você, intuitivamente, se lembrará porque telefonou a alguém e se lembrará da conversa no dia seguinte.
7. Você será capaz de caminhar em linha reta.
8. Você não irá se arrepender do presente nem querer esquecê-lo.
9. Você não terá medo de ser preso, sem saber por quê.
10. Você será capaz de abrir a porta e atender o telefone sem medo.
11. Você não mais se sentirá culpado sem saber por quê.
12. Você terá a exata noção da confusão que a bebida provocou em sua vida e ficará feliz de não mais beber."

(Vivência - Jan/Fev 2004)

 

Fotografias nos eventos de A.A.: Pensar antes de clicar
Box 4-5-9, Fev. Mar. / 2007 (pág. 3-4) => http://www.aa.org/lang/sp/sp_pdfs/sp_box459_febmar07.pdf
Título original: “Fotos en los eventos de A.A. Pensar antes de pulsar”
Transcrito com permissão: =>© Alcoholics Anonymous World Services, Inc., 2013.
http://www.aa.org/lang/sp/subpage.cfm?page=27

Atualmente, quando se podem bater fotos dos nossos amigos de A.A. com um rápido movimento de “focalizar e clicar” a partir de qualquer telefone celular, está mais fácil que nunca esquecer a Decima Primeira Tradição de A.A. que diz: “Nossas relações com o público baseiam-se na atração em vez da promoção; cabe-nos sempre preservar o anonimato pessoal na imprensa, no radio e em filmes”. E de fato, esta Tradição resistiu às provas do tempo.
Na Conferência de Serviços Gerais de 1974, Ruth H., então Delegada do Sudeste de Nova York, disse: “Recentemente um membro local tirou fotos de todos os assistentes a um aniversário pessoal, sem perguntar a ninguém se queria ou não ser fotografado. O participante de honra (que está sóbrio há muitos anos em A.A.) foi fotografado junto com os oradores e cortando o bolo, como se fosse um casamento. Quando perguntou ao fotógrafo se havia pedido permissão aos assistentes para tirar fotos, ele disse: ‘É o meu Grupo e a câmera é minha’”. Em outro caso, relatou Ruth, um membro que tinha sido fotografado na reunião de seu aniversario, “ingenuamente colocou a fotografia na mesa da sala de estar da sua casa. Um vizinho entrou, olhou e indicou com o dedo outra pessoa na foto dizendo ‘não sabia que ele era membro de A.A.’”.

Esse assunto, disse Ruth, “foi apresentado na assembleia de Área. Alguns disseram: ‘todo mundo me via bêbado, porque haveria de me esconder em A.A.?’”. Outros opinavam que se poderia afugentar os principiantes, ou, pelo contrário, os principiantes podem pensar que ficaria bem chegar na próxima reunião de aniversário munido de uma câmera. Depois de discutir o assunto, Ruth disse, “a assembleia aprovou a moção de que nosso comitê de Área ‘sugere energicamente’ que não sejam feitas fotografias em nenhuma reunião de A.A. – para proteger o anonimato de todos os presentes e
não afugentar os participantes, uma vez que fazer fotos viola ‘o espirito da Primeira, Décima Primeira e Décima Segunda Tradições’”.
Atualmente, a decisão de fazer ou não fazer fotos de membros de A.A. nos eventos de A.A. é um assunto de consciência de Grupo. Por exemplo, antes ou depois do último café da manhã/almoço da Conferência de Serviços Gerais, são feitas muitas fotografias – mas não durante nenhuma das sessões plenárias. De acordo com um membro do pessoal do Escritório de Serviços Gerais – ESG, a experiência coletiva de A.A. indica que deve ser consultada a consciência de Grupo antes de tomar uma decisão desse tipo. Se a consciência de Grupo não aprova que se façam fotos, seria prudente anunciar essa decisão de forma reiterada a todo o Grupo. E em todos os casos, antes de fazer uma fotografia de um ou mais membros, é sugerido pedir permissão tanto a eles como ao servidor indicado pelo Grupo para lidar com esse assunto.

Repetidamente, a experiência demonstrou aos AAs que estar no foco do público é perigoso para a nossa sobriedade pessoal – e para nossa sobrevivência coletiva se quebramos o anonimato diante do público e depois nos embriagamos. Mas, como disse Bill W., nosso cofundador, “era preciso dar a conhecer A.A. de alguma maneira. Assim, recorremos à ideia de que seria muito melhor deixar que nossos amigos o fizessem por nós” – entre eles, nossos sete Custódios não alcoólicos (no Brasil são quatro). Podem ficar na frente das câmeras ou utilizar seus nomes Página 2 de 2 completos sem risco para si próprios ou para a Irmandade. Assim, fazem chegar a mensagem de A.A. a muitos alcoólicos doentes e aos profissionais que os assessoram e cuidam deles.
Numa seção do Livro de Trabalho de Informação Pública são oferecidas sugestões “Para levar a mensagem através dos meios de comunicação”. Sugere que quando um membro de A.A. aparece na TV, o rádio ou internet, e se identifica como tal, “será prudente fazer alguns acertos anteriores com o entrevistador para que seja utilizado apenas o primeiro nome, e para que sua imagem apareça em forma de silhueta, sem possibilidade de ser identificada. Na Conferência de Serviços Gerais de 1968, foi manifestada a opinião de que ‘aparecer na TV de uma maneira que se possa ver todo o rosto é uma quebra de anonimato ainda que não seja revelado o nome completo’”.

Entretanto, se um membro de A.A. aparece publicamente como um alcoólico em recuperação, mas não revela que é membro de A.A., “não há nenhum problema com respeito ao anonimato. O membro aparece como qualquer outro convidado pode utilizar seu nome completo e sua imagem pode ser reproduzida normalmente”. É importante ter em conta que “um membro de A.A. que apareça como tal, com o anonimato protegido, em um programa de entrevistas deve explicar com antecedência ao entrevistador que os AAs tradicionalmente limitam seus comentários ao programa de A.A. O membro não se apresenta como um especialista nem fala a respeito da doença do alcoolismo, as drogas, o índice de suicídios, etc.”. Tradicionalmente, “os AAs falam por si próprios, não pela Irmandade em seu conjunto”. Geralmente costumam ressaltar que “o único interesse de A.A. é a recuperação e a sobriedade continuada” dos alcoólicos que procuram a Irmandade em busca de ajuda. E que, “quando falamos como membros de A.A. nos asseguramos de dizer que A.A. não opina sobre assuntos alheios à Irmandade”.

Ao refletir sobre as nossas Tradições de anonimato no número de outubro de 1948 da Grapevine, Bill W. expressou com franqueza e um toque de humor, uma ideia que ainda tem ressonância na atualidade: “Temos bons amigos à direita e à esquerda, tanto entre os proibicionistas como entre os anti proibicionistas. Como a maioria das sociedades, às vezes somos escandalosos – mas nunca em público... Nossos amigos da imprensa e do rádio superaram-se a si próprios. Qualquer um pode ver que parecemos estar mimados. Nossa reputação já é muito melhor que o nosso caráter real”.

pepepan47@hotmail.com

 

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS NA ÁREA 2 – MG  - COMO SERÁ O AMANHÃ?
Caríssimos companheiros e companheiras, nos últimos 02 anos tivemos a grata satisfação de servir como MCA da Área 2, quando tivemos a oportunidade de vivenciar vários momentos importantes e diversas situações que, com certeza, influenciarão no futuro da Irmandade no Estado de Minas Gerais. Diante de tudo isso só temos que agradecer pela oportunidade, pois, servir em A.A. é realmente um privilégio.
Neste período aconteceram muitas coisas positivas que contribuíram para o crescimento de A.A., como por exemplo: Grupos realizando reuniões temáticas e de Informação ao Público; o aumento de venda dos itens da literatura de A.A. (livros, panfletos e livretos) pelos ESLs, tendo em vista o interesse dos membros em busca da informação; o trabalho crescente do CTO–Sede e dos CTOs dos Distritos, levando a mensagem de A.A.; Distritos realizando Ciclos, Seminários e Jornadas de estudos; a realização do 24º Encontro Estadual com grande participação de companheiros de várias partes de Minas e de outros Estados; o Comitê de abordagem do ESL-Sede ativo e às vezes conseguindo realizar abordagens no mesmo dia em que elas foram pedidas; a grande participação dos membros de A.A. da Área 2 na XVIII Convenção Nacional de A.A. na cidade de Cuiabá-MT, mostrando a força da unidade e o calor humano existente entre nós; os trabalhos para a formação das novas Áreas – Setores Leste e Sudeste, e outros.

Portanto, vejam mais um paradoxo de A.A.:
Ao mesmo tempo em que verificamos uma série de ações positivas, verificamos também, outras tantas, negativas, que poderão comprometer o futuro da Irmandade. Senão vejamos:
•Participação constante de pessoas não alcoólicas nas reuniões, inclusive, sendo “ingressadas” no Grupo - sempre com a justificativa de ajudar o seu doente alcoólico ou ajudar o Grupo;
•Grupos assinando folha de presença para familiares visitarem seus dependentes que estão internados em Casas de Recuperação (fazendinhas);
•Grupos recusando a participação de alcoólicos com dependência cruzada em suas reuniões e também, pessoas alcoolizadas;
•Alguns companheiros dizendo que Grupo de A.A. não é lugar para bêbados e mais, que A.A. não é para parar de beber e sim para reformulação de vida (se for isso mesmo, perguntamos: e a Terceira Tradição?);
•O 12º Passo sendo deixado de lado por parte de muitos membros que pensam que abordagem é assunto exclusivo do CTO;
•Grupos que não realizam reuniões de serviço para planejar seus trabalhos e discutir os problemas que por ventura possam surgir;
•Grupos que não custeiam seus próprios serviços tais como: as despesas do RSG para participar das reuniões do Distrito, do CR e da Assembléia, despesas com material de divulgação (cartazes, folhetos, livretos) e do RCTO para participar das reuniões do CTO e realizar seu trabalho;
•Grupos que não participam do Distrito, ficando isolados e sem informações;
•Servidores que não participam de eventos e reuniões a eles pertinentes, tais como as reuniões de Área, Distrito, CTO, CR e até mesmo das reuniões de serviço do Grupo, além das Assembléias;
•Companheiros e Grupos ferindo frontalmente as tradições de anonimato – 11ª e 12ª Tradições.
•Enfraquecimento dos grupos pela falta de interesse de seus membros pelas coisas de A.A.

O que fazer para melhorar este cenário?
1.O Grupo realizar reuniões de estudo do livreto - O Grupo de A.A. – onde tudo começa...;
2.O Grupo realizar reuniões para falar dos Três Legados e principalmente, do Terceiro Legado – o serviço em A.A.;
3.Um estudo apurado sobre o anonimato: o que é e, qual a sua importância para os membros;
4.Debates sobre a gratidão e o comprometimento dos membros com a Irmandade;

“A.A. amanhã - ... Não poderemos permitir nunca que as aclamações que ouvimos e o êxito que conhecemos em todas as partes façam nos sentir satisfeitos ou recompensados. Esta é a sutil tentação que pode causar nosso estancamento hoje e, talvez, que amanhã nos desintegremos.” Fonte: A Linguagem do Coração

Companheiros e companheiras, desejamos a todos, um Feliz Natal e um Ano Novo de paz e serenas 24 horas!

Kátia C.
Dezembro/2012

AA - Como Funciona?
O que os recém-ingressados devem saber?
1º PASSO - PROJETO ESTUDO DOS PASSOS PELA INTERNET
A AMBIÇÃO PESSOAL NÃO TEM LUGAR EM A.A.
A Espiritualidade das Tradições no Programa de A.A.
A misteriosa origem da Oração da Serenidade
A MUDANÇA É SÚBITA OU LENTA?
A mulher alcoólatra
A ORAÇÃO
A ORAÇÃO DA SERENIDADE
A ORAÇÃO DO SÉTIMO PASSO
A TRADIÇÃO DE A.A. COMO SE DESENVOLVEU
A Unidade em AA
A. A. INSTITUÇÃO OU MILAGRE
A.A. é um culto? (Artigo)
ABSTINÊNCIA ALCOÓLICA
ACERCA DO SURGIMENTO DOS DOZE PASSOS DE A.A.
Aconteceu com eles, pode acontecer comigo
AJUDANDO E SENDO AJUDADO
ÁLCOOL OU DIVERSÃO?
Alcoólicos Anônimos - Primeiras Noções
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS - The New York Times Magazine
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS QUEM SOMOS COMO FUNCIONA
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS The New York Times Magazine
Alcoólicos Anônimos, começo e crescimento
Alcoolismo e Recuperação
ALCOOLISTAS ANÔNIMOS - UMA SOCIEDADE DE FINS MERITÓRIOS
ALGUMAS FERRAMENTAS SUGERIDAS POR A.A.
Amigos de A.A.
ANONIMATO
APADRINHAMENTO
Apadrinhamento
APADRINHANDO O RECÉM-CHEGADO PARA O SERVIÇO - (AKIKO M. - JAPÃO)
Apostila Vivência 2008
AQUELES MARAVILHOSOS DOZE PASSOS
Artigo 01 - Rendição - Admissão - Aceitação
Artigo 02 - Humildade
Artigo 03 - Boa Vontade
Artigo 04 - Amor
Artigo 05 - Bill escreve sobre a fé
Artigo 06 - Confiança
Artigo 07 - Felicidade
Artigo 08 - Meditação
Artigo 09 - Oração
AS RECAÍDAS E A NATUREZA HUMANA
As Tradições de alcoólicos Anônimos
AS TRADIÇÕES, PALESTRA REALIZADA EM CURITIBA, PARANÁ
ASPECTOS HISTÓRICOS DE A.A. NO BRASIL
ATITUDES QUE DIFICULTAM A COMUNICAÇÃO EM REUNIÕES DE SERVIÇO
ATRAÇÃO EM VEZ DE PROMOÇÃO
AUTO-ESTIMA
AUTO-ESTIMA
AUTO-ESTIMA, CULPA E ALCOOLISMO
Bendita Sacola
Breve história do Escritório de Serviços Gerais
CARTA À MÃE DE UM ALCOÓLICO
CARTA A UMA MULHER ALCOÓLICA
Ciclo d’AS DOZE TRADIÇÕES
Como é a relação de A.A. com outras entidades?
COMO POR EM PRÁTICA O TRABALHO DO CTO
Comunicação: Base Fundamental para um bom Serviço no 3º Legado
CONCEITO IV
CONSCIÊNCIA COLETIVA,
COORDENAÇÃO DAS REUNIÕES À LUZ DA 2ª TRADIÇÃO
CRESCIMENTO ESPIRITUAL
Cuidado com eles
DA DERROTA À VITÓRIA
DA DESONESTIDADE ÀS VIRTUDES
Descobrindo Princípios da Espiritualidade de AA
DESPRENDENDO-NOS DO CÍRCULO E DO TRIÂNGULO COMO UM SÍMBOLO OFICIAL DE A. A.
DOIS CAFÉS E A CONTA...
Em Alcoólicos Anônimos
ESPERANÇA
Espiritualidade em A.A.
Furor Curandis
GRUPOS APADRINHANDO GRUPOS
HISTÓRIA DO "VIVER SÓBRIO" E DE SEU AUTOR
HISTÓRICO E PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE A.A - Dr. Laís Marques
HUMILDEMENTE ROGAMOS A ELE QUE NOS LIVRASSE DE NOSSAS IMPERFEIÇÕES
JUNAAB INFORMATIVO
JUNAAB INFORMATIVO - NOV//DEZ. –ANO –1966
JUNAAB: INFORMATIVO: COMITÊ TRABALHANDO COM OS OUTROS - C.T.O.
LIBERDADE E COMPULSÃO – estudo com 12 Passos
LITERATURA: A UNIDADE EM A.A.
Livro Azul - O PESADELO DO DR. BOB
M E N T E
MARCHA SEM FIM
MEU QUARTO PASSO
NADA, foi o que aconteceu... E como foi bom!
NADA, foi o que aconteceu... E como foi bom!
NÃO EXISTE EX-ALCOÓLATRA
Ninguém é Alcoólatra Porque Quer
O A. A. NÃO MUDA, MAS MUDA
O ADICTO CODEPENDENTE
O ALCOOLISMO NAS MULHERES
O anonimato nas reuniões on-line
O dar que não pede recompensa
O EGO E SUAS MANIFESTAÇÕES
O Grande Despertar para a Mensagem de A.A.
O GRUPO E SUA FINALIDADE
O Início
O INVENTARIO DO GRUPO
O MOVIMENTO WASHINGTONIANO
O MOVIMENTO WASHINGTONIANO
O Não Profissionalismo em AA
O que aconteceu?
O QUE É SERENIDADE!
O QUE SÃO RECAÍDAS? ACONTECEM POR ACASO?
O SEGUNDO LEGADO NA VISÃO DO DR. OSCAR COX
O SERVIÇO EM AA, COMPLEMENTA A RECUPERAÇÃO
O SERVIÇO EM ALCOÓLICOS ANÔNIMOS.
Os Doze Conceitos para o Serviço Mundial de A.A.
Os Jovens em Alcoólicos Anônimos
Os Membros perturbadores em reunião de A.A.
PANELA DE PRESSÃO
Parar de beber é apenas o começo
PESSOAS
PRIMEIRA TRADIÇÃO
Primeira Tradição - A unidade no discurso de Bill W.
Primeiro Artigo:- A ESTRADA DA RECUPERAÇÃO
Psiquiatria, A.A. e Espiritualidade
QUARTA TRADIÇÃO
QUARTA TRADIÇÃO
QUARTA TRADIÇÃO - CADA GRUPO DEVE SER AUTÔNOMO
RESPONSABILIDADE
REVISTA VIVÊNCIA Nº 6 - O VETERANO
ROTEIRO PARA O DÉCIMO PASSO
Sem ele, somente paramos de beber, o que é pouco para alcançar a sobriedade
SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE: PRIMEIRO A.A.!
Sétima Tradição
SÍNDROME DAS RECAÍDAS
SÍNDROME DE DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL-ALCOOLISMO
SINTOMAS DE RECAÍDAS
SÓBRIO E SOBRIEDADE
TER AFILHADOS
Textos do dia - Parte I
Textos do dia - Parte II
TRANSMITIR A MENSAGEM SEM SER INCONVENIENTE
UM FEIXE DE VARAS
UM TOQUE DE AMOR
Uma aula de espiritualidade
UMA PARCERIA FUDAMENTAL - PROFISSIONAIS DA SAÚDE E ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
UMA VISÃO DOS DOZE CONCEITOS PARA SERVIÇOS MUNDIAIS
UNIDADE
 
 
 

GRUPO SOL NASCENTE

BH/MG – 27/05/2010

REUNIÃO DE ESCLARECIMENTO

TEMA:  SEGUNDA TRADIÇÃO

 

INÍCIO:

Declaração de Responsabilidade

1/2 minuto de silêncio

Prece da Serenidade

 

Reflexão: 01 – A Loja de Deus

 

Entrei e vi um anjo no balcão. Maravilhoso, disse-lhe:

-Santo anjo do Senhor, o que vendes?

Respondeu-me. Todos os dons de Deus.

Perguntei-lhe:

- Custa muito?

Respondeu-me:

- Não, é tudo de graça.

Contemplei a loja e vi jarros com sabedoria, vidros com fé, pacotes com esperança, caixinhas com salvação, potes com amor. Tomei coragem e  lhe pedi:

- Por favor, santo anjo, quero muito amor, todo o perdão, um vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para minha família também.

Então, o anjo do Senhor preparou-me um pequeno embrulho que cabia na palma da minha mão.

Maravilhado, mais uma vez, perguntei-lhe:

- É possível tudo estar aqui?

O anjo respondeu-me sorrindo:

Meu querido irmão, na Loja de Deus não vendemos frutos, apenas as sementes.

Plante sempre boas sementes em sua vida, com certeza você estará garantindo uma colheita arrebatada de bons frutos!

 

A chave da Segunda Tradição está na grande Graça de termos permanente entre nós a ação divina, que nos ajuda a estar juntos, presidindo ao nosso propósito comum, nas manifestações desta vontade e lembrando-nos sempre como única autoridade em A. A, existe um Deus amantíssimo que nos governa e ilumina.

Uma filosofia herdada dos primeiros grupos vem se provando acertada: quanto mais bem informados são os membros de um grupo, tanto mais eles participam das decisões e mais saudável e feliz será o grupo, onde geralmente irão diminuir as divergências, críticas e os problemas.

 

Reflexão: 02 – O burro de um camponês caiu num poço 

Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel:

Concluiu que o burro já estava muito velho e que o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajuda-lo a enterrar vivo o burro. Cad um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.

O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês olhou par o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.

A cada pá de terra que caia sobre suas costas o burro sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando...

A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra, principalmente se você estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam par seguir adiante!

 

SEGUNDA TRADIÇÃO

“Somente uma autoridade preside, em última análise, ao nosso propósito comum – Um Deus amantíssimo que se manifesta em nossa consciência coletiva. Nossos líderes são apenas servidores de confiança; não tem poderes par governar

 

Um Deus amantíssimo que se manifesta em nossa consciência coletiva

 

Fonte: Alcoólicos Anônimos Atinge a Maioridade – 14ª. Impressão de 1989 – páginas: 91/92

Comentário feito por Bill W. sobre a Segunda Tradição.

 

Charlie foi até sua escrivaninha e voltou com um antigo balanço financeiro. Entregando-o a mim, continuou dizendo: “Isto mostra os lucros desse hospital no princípio de 1930. Milhares de dólares por mês. O mesmo deveria estar acontecendo agora, mas não está. Estaria se você viesse ajudar. Porque você não transfere o seu trabalho para cá? Eu lhe daria um escritório, uma boa conta corrente e uma grande parte dos lucros. O que lhe proponho é perfeitamente válido do ponto de vista da ética. “Você pode se tornar terapeuta leigo e terá o maior sucesso do que qualquer outro. “Ele me convenceu. Senti certo remorso, mas finalmente percebi que a proposta do Charlie era válida do ponto de vista da ética.

Pedi ao Charlie um prazo para pensar, entretanto, já tinha resolvido o que fazer.

Voltando de metrô para o Brookilin, senti algo que me pareceu uma orientação divina. Foi apenas uma simples frase, mas muito convincente. Na realidade, ela veio diretamente da Bíblia. Uma voz ficava me dizendo: “o trabalhador é digno de seu salário”. Ao chegar em casa, encontrei Lois cozinhando como de costume, enquanto três bêbados esfomeados que estavam morrendo na nossa casa, a contemplavam da porta da cozinha. Eu a chamei de lado e lhe dei a grande notícia.

Pareceu interessada, mas não se entusiasmou tanto como eu esperava. Nessa noite, havia reunião. E apesar de poucos alcoólicos, daqueles que hospedávamos parecerem estar sóbrios, outros estavam. E com suas esposas, eles encheram nossa sala de estar no andar de baixo.

Imediatamente lhes contei a história de minha oportunidade. Nunca esquecerei suas fisionomias impassíveis e olhares fixados em mim. Com pouco entusiasmo, contei minha história até o fim. Houve um longo silêncio. E quase timidamente, um dos meus amigos começou a falar: “Sabemos de suas dificuldades financeiras, Bill. Isso nos preocupa muito. Constantemente temos nos perguntado o que poderíamos fazer a esse respeito, mas acho que falo por todos os presentes quando digo que o que você nos propôs nos preocupa muito mais. “A voz do orador foi ficando mais firme. “Não percebe – ele continuou – que você jamais poderá tornar-se um profissional? Por mais generoso que Charlie tenha sido conosco, você não percebe que não podemos ligar esse tipo de coisa com o hospital dele ou com outro qualquer? Você nos disse que a proposta de Charlie é válida do ponto de vista da ética. Certamente que é, mas o que temos não funcionará apenas com o fundamento da ética; tem que ser mais que isso. Certamente que a idéia do Charlie é muito boa, mas não é boa o suficiente. Trata-se de uma questão de vida e morte, Bill e nada a não ser o melhor servirá”. Bill, você não tem muitas vezes falado aqui mesmo em nossas reuniões, que o bom é às vezes inimigo do melhor? Pois bem, esse é um caso igual. Você não pode fazer isso conosco. “Assim falou a “Consciência do Grupo”. O grupo tinha razão e eu estava errado; a voz que ouvi no metrô não era a voz de Deus. Aqui estava a verdadeira voz, jorrando de meus amigos. “Eu ouvi e – graças a Deus obedeci”. Bill W.

 

Nossos líderes são apenas servidores de confiança; não tem poderes para governar 

Essa é uma excelente oportunidade para pararmos e refletirmos a respeito de um assunto tão importante, na medida em que afeta a todos nós, nossos representantes e a sua atuação, como estamos incentivando (ou não) e o que podemos fazer.

Para que nossa tarefa, enquanto membros do grupo de AA, seja mais efetiva, precisamos que fique clara determinadas palavras, um vez que, a consciência de grupo, quando bem informada a cerca dos fatos, resultados e princípios envolvidos, é muitas vezes mais sábia do que qualquer líder, auto nomeado ou não.

Por isto, vamos nos deter no que diz especificamente a nossa obra e tentar interpretar seu sentido mais claro.

As expressões LÍDERES – SERVIDORES E PODER PARA GOVERNAR, foram retirados do resumo da 2ª. Tradição.

 

A liderança é conquista que se consegue através de atitudes, comportamento, exemplo de vida e nunca manifestação da vontade de alguém, muito menos de um encargo de serviço.

 

O servidor é alguém escolhido pelo grupo para representa-lo e pela sua atuação, teremos uma idéia do grupo, a partir deste servidor.

 

Poder para governar, nos dá uma idéia de autoridade, e ali fica fácil o entendimento, quando o texto sugere  inspiração divina na manifestação do grupo.

Não raro, confundirmos o nosso servidor quando lhe outorgamos a representação do grupo, pois esquecemos de deixar claro de que apesar da representação, ele não dispõe de autoridade, mas sim de imensa responsabilidade, que é a de ter uma capacidade muito grande de conhecer este grupo, e de saber muito bem identificar qual seu posicionamento numa série de assuntos. Só isso.

O servidor precisa ter claro que não deve se acostumar com esta posição, por ser muitas vezes influenciado por preconceitos e interesses pessoais, sob pena de revestir-se involuntariamente de personalismo quase sempre prejudiciais ao seu crescimento.

O bom servidor precisa saber interpretar seus anseios, suas aspirações, quando em serviço e tomar atitudes que levem em conta seu grupo e não desejos pessoais, desta forma ele saberá que poderá ser mais útil ao seu grupo, se souber transformar-se em “velho mentor”.

Afirmação: “NOSSOS LÍDERES NÃO DIRIGEM POR MANDATO, LIDERAM PELO EXEMPLO”.

Principalmente de nosso servidor será cobrado (alguns dizem que em A. A. não se cobra nada!!!) sua efetiva busca da serenidade e da Reforma que trata os Doze Passos. Temos convicção de que se deve solicitar ao servidor seu afastamento de encargos quando estes objetivos maiores não estiverem sendo alcançados, para salvaguardar a integridade do companheiro.

 

O texto da Segunda Tradição nos fala do Companheiro John Doe que funda um Grupo, dirigi-o por certo período de tempo, mas chega a hora que os membros do Grupo pedem: “Façamos uma eleição!. A consciência coletiva do Grupo assume o controle da situação. Fica instituído o COMITÊ ROTATIVO. Este comitê é formado de servidores de Confiança e não Senadores.

Deste modo, o A. A. terá sempre uma verdadeira LIDERANÇA.

Sobre o serviço em A. A., duas figuras ficaram famosas:

O Velho Mentor e o Velho Resmungão.

O Velho Mentor é aquele que vê a Sabedoria das decisões do Grupo e não se ressente com a diminuição de seu status no Grupo.

Sua experiência é aproveitada no Grupo.

O Velho Resmungão acredita que o Grupo não pode subsistir sem ele. Alguns, esvaziados de todos os Princípios de A. A., acabam se embebedando.

 

CONCLUSÃO: 

01)  O bem estar comum deve estar em primeiro lugar;

02)  A. A. não pode ter terapeutas, profissionais de nenhum tipo;

03)  Deus falando pela consciência do grupo deve ser nossa autoridade final;

04)  Nossos líderes são apenas servidores de confiança; não tem poderes para governar.

 

É longo o aprendizado que se obtém através da Segunda Tradição:

a) Questiona: de onde recebe o AA a sua direção?

b) Mostra que a única autoridade em AA é um Deus amantíssimo que Se manifesta através da consciência do grupo

c) Preocupa-se com a formação de um grupo

d) Preocupa-se com as dores resultantes do crescimento

e) Propõe os comitês rotativos

f) Questiona se AA tem uma verdadeira liderança

g) Exemplifica os Velhos mentores e os Velhos resmungões

h) Mostra que os líderes não governam: eles apenas servem

i) Propõe a busca constante de um saudável exercício da consciência do grupo

 

 

Reflexão – História do lápis 

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:

-Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi na minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

“Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade”.

“Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor”.

“Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.

“Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que esta dentro. Portanto, sempre cuide daquilo dentro de você”.

“Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação”.

 

Todo Grupo de A. A. em seu desenvolvimento segue o mesmo ciclo. Chegamos a nos dar conta de que cada Grupo, assim como cada indivíduo, é uma entidade especial muito diferente de qualquer outra. Ainda que os Grupos de A. A. sejam basicamente iguais, cada Grupo tem seu ambiente característico e chegou à sua própria consciência. É a consciência coletiva de seus membros. A experiência diária informa e instrui a essa consciência. O Grupo começa a reconhecer seus próprios defeitos de caráter e um a um são eliminados ou reduzidos. À medida que esse processo continua, o Grupo se encontra em melhor condição de receber orientação apropriada para resolver seus próprios assuntos. As tentativas e erros produzem a experiência do Grupo e da sua experiência corrigida provem o costume. Quando uma forma usual de fazer as coisas, resulta claramente a melhor, essa maneira começa a fazer parte da Tradição de A. A. O Poder Superior está trabalhando para obter uma clara consciência de Grupo.

 

Infinitas 24 horas 

Fonte de Informação:
Alcoólicos Anônimos Atinge a Maioridade
A Linguagem do Coração
Revista Vivência Edição Nº 124
Companheiros de AA