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GALERIA DA MENSAGEM

 
 

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Carpe Diem no AA – 27/10/14 – 19h30

Na ‘Semana Social’ desenvolvida na Paróquia São João Batista em Santa Luzia/MG, administrada pelo Rvmo Padre Igor Batista dos Santos e tendo como vigário eu, o Revmo Padre Gustavo Tadeu Vieira Lopes, ocorreu a primeira a apresentação de movimento que tem por princípio valorizar a vida através do resgate da integridade ética e moral do ser que procura o Alcoólicos Anônimos(AA).
 
O princípio básico da mudança, acredito que seja o conhecer-se para respeitar-se em seus limites e assim passo a passo poder alcançar alguma mudança. Como disse o sábio filósofo Sócrates: -“Conhece-te a ti mesmo, torna-te consciente de tua ignorância e serás sábio”.
 
A busca pelo vício, parece-me, psicologicamente analisando, uma busca de uma satisfação de algo perdido, um carinho que foi arrancado pelo caminho, um desejo de algo que lhe falta para ser um ser pleno.

Não é possível imaginar uma pessoa levantando um dia pela manhã e dizendo:-“A partir de hoje vou arrebentar com meu fígado e minha moral, vou beber até morrer”.
Porque temos uma pulsão de vida dentro de nós que nos chama ao cuidado e à atenção conosco mesmo. A psicologia explica bem através de Freud essa energia vital que há em nós, bem como a pulsão de morte.
Se julgamos um ‘beberrão’ como, simplesmente, um alcoólatra, não conhecemos o real motivo que o levou a essa bebedeira descontrolada.
Pode ele ter sido uma criança nascida no interior, que tinha um pai que recebeu pouca ou nenhuma atenção, ele apanhava desse pai, trabalhava duro na roça, pode ter perdido a mãe muito cedo e encontrou no casamento uma possível reabilitação, mas como só damos o que recebemos, ele começa a bater na esposa e no filho, vendo que casar não era a solução, ele começa a beber para sufocar, reprimir sua infelicidade.
Então, revisitando o caso, ele bebe por que é um ‘sem vergonha’, ou tem uma carência psíquica que não sabe lidar com ela?
Quem busca a ajuda de grupos como o AA, é um vencedor, pois está lutando contra uma natureza vazia de sentido e uma entorpecência sem sentido. O silêncio e a omissão, são artimanhas do vício para sufocar o grito de socorro que a pessoa emite em sinais e gestos, que nem sempre são entendidos pelos demais.
Nos grupos como o AA, há o anonimato e o sigilo, que garante e dá coragem para que a pessoa tenha confiança de se conhecer e se abrir aos demais, pois quanto mais se fala, mais se conhece e respeita-se a limitação. Compreendendo de onde vem o trauma que causa a dependência, o ser tem melhores condições de ter a convicção de manter-se sóbrio.
Esse movimento que salva vidas é mundialmente conhecido e não tem vínculo religioso com nenhuma entidade política ou religiosa, mas eles tem como Deus em sua relação de cura o ‘Poder Superior’, assim chamam ao Deus que cultuamos. Pois sabem que sem um auxílio do alto, nada somos e nada podemos. Eles se mantêm sóbrios com o auxílio espiritual de Deus, pois o que é o homem sem seu Criador?

Em nossa vida, todas as decisões e mudanças devem ser tomadas, comedidamente, e vivendo um dia de cada vez, pois, o caminho se faz a cada passo e não na ilusão de mudar, efetivamente, da noite para o dia como que por um passo de mágica. A mudança na vida do ser é gradual e consentida, senão é ilusão, fantasia.
Como eles dizem com seus lemas: ‘Hoje não! Agora não!’
Pois tem consciência que podem responder pelo agora, pelo hoje, e que o amanhã, só o Poder Superior tem ciência.
Até chegar nessa noção, estes filhos amados de Deus tem a difícil tarefa de reconhecerem-se doentes e carentes de ajuda. Sendo doentes, e sem auxílio, eles adoecem a família, mas com o tempo recuperam a dignidade e a confiança em si e dos seus.
AA é um programa para a família, um compromisso de todos, pois é precisa de uma ajuda e amparo da família para que a pessoa continue a querer ficar são e sóbrio em todos e amplos os sentidos. Porquê? Por que a ausência de si pela entorpecência da insanidade que a embriagues do vício proporciona afeta a todos e não somente o doente.
Se é que podemos falar em culpa, essa não é do álcool, mas a falsa ideia que coloca-se no álcool de superar problemas. Com essa capacidade de discernir a culpabilidade a reformulação do modo de vida e o compromisso moral e ético com a família e sociedade tem um rumo mais certo.

Deus, ou o Poder Superior sempre nos dá outra chance e nos encoraja a mudar quando estamos no caminho errado. Mas Ele respeita nosso tempo e nosso livre arbítrio. Pois somos responsáveis por nossas atitudes e pelas consequências que elas provocam.
Precisamos fazer uma leitura da nossa realidade e assim entendermos que nossas atitudes, muitas vezes, são reflexo e resposta aos estímulos propostos a nós pela sociedade consumista e capitalista. Ou pensamos que somos inatingíveis pelo convite subliminar que as campanhas televisivas, e etc nos bombardeiam.
Por vezes, somos levados, inconscientemente, a fazer algo. Embora, abaixo de Deus, somos nossos guias, mas as influências são muito e sutis.
Quando caímos e tentamos nos reerguer, não é derrota a recaída, porque a queda nos ajuda a fortalecer nosso compromisso conosco, por isso não desista, tenha coragem, vá em frente com seu propósito de mudança, pois Deus está do seu lado e muitos estão rezando pela sua recuperação no mundo inteiro.
Tenha a certeza que você é o único responsável pela sua felicidade e a administração da sua vida está em suas mãos, não em religião ou programa nenhum, esses, são apenas ‘muletas’ para te ajudar a ficar de pé, depois é com você e Deus.
E como diz o lema do AA:

Quando qualquer um,
seja onde for,
Estender a mão pedindo ajuda,
Quero que a mão de A.A.
esteja sempre ali.
E por isso:
Eu sou responsável.

Você também é responsável por ajudar outros a serem mais felizes, mas não é pregando, e sim mostrando ao mundo com seu testemunho diário que a mudança é possível.
Deus os abençoe e contem com minhas preces e orações.
Pe Gustavo Tadeu Vieira Lopes
“Sou apenas um homem” At 10,26
 

 
O GRUPO DE A.A. – CUMPRINDO O SEU PROPÓSITO

Conforme está explícito em nossa Quinta Tradição, o único objetivo primordial de um Grupo de A.A. é o de transmitir sua mensagem ao alcoólico que ainda sofre.
Nesta máxima duas perguntas se nos apresenta: A primeira é - Qual a mensagem deverá que deverá ser transmitida? A segunda é - Quem é o alcoólatra que ainda sofre?
Claro está que a resposta á primeira pergunta é: A Mensagem a ser transmitida é a Mensagem de A.A.; é a mensagem de esperança de futuro promissor; é a mensagem que irá mostrar ao doente alcoólico, a luz no fim do túnel em que ele entrou quando da sua militância alcoólica. É a mensagem legada a nós membros de A.A., através dos Doze Passos, aliás, nesta máxima ainda podemos notar que muito sabiamente está registrado "Transmitir a Mensagem" e não "Levar a Mensagem". Será que já sabemos fazer a diferença entre a transmitir a mensagem e levar a mensagem?.
Pesquisando no Dicionário, verificamos que: TRANSMITIR é "fazer passar de um possuidor ou detentor para outro" e LEVAR é fazer passar de um lugar para outro. Transportar".
Donde verificamos que - para se transmitir uma mensagem, principalmente de otimismo e esperança, é necessário antes de mais nada, ter tido uma experiência anterior ou vivido algo semelhante e com relativo ou mesmo grande sucesso.

Para a pergunta número dois, poderemos deduzir que o alcoólatra que ainda sofre, pode estar dentro do Grupo, assistindo mas não participando da reunião. Em consequência desta observação, formulamos uma terceira pergunta. Será que os Grupos de A.A. estão preparados para cumprirem seu propósito primordial de transmitir a mensagem de A.A. ao alcoólatra que ainda sofre? Particularmente não sei responder e acredito que não saberemos respondê-la, mas o que nós sabemos e procuramos despertar em nossos irmãos em A.A. é que, para atingir este propósito primordial, tão decantado e enfatizado na Quinta Tradição, torna-se absolutamente necessário, que algumas condições e circunstâncias sejam satisfeitas. E Alcoólicos Anônimos, na sua sabedoria, já nos oferece de mão beijada estas condições, basta apenas que nós, integrantes de um Grupo de A.A., as satisfaçamos. E a condição básica e essencial é que reine no Grupo de A.A., um ambiente de paz, de harmonia, de fraternidade, de confiança mútua e a somatória das qualidades que poderemos denominar de BEM-ESTAR COMUM.

Se um Grupo de A.A. dedicar todo o seu entusiasmo em criar tal ambiente, - o do BEM-ESTAR COMUM - meio caminho foi andado e vencido, para favorecer ao doente que ainda sofre. E o grande instrumento para se encontrar ou criar este ambiente, é a chave da Boa Vontade. Boa Vontade para aceitar que todas as decisões a serem tomados pelo Grupo de A.A., sejam tomadas através da Consciência Coletiva e não "na opinião do Grupo de A.A.... " Também é necessário que o Grupo de A.A., esteja sempre com as portas abertas para receber o possível doente alcoólico que foi procurá-lo. E, em sendo procurado, evitar a todo e qualquer custo ou sacrifício, criar-lhe quaisquer tipo de obstáculo ou entrave, e até pelo contrário, deverá proporcionar- lhe as melhores condições de facilidade, oferecendo-lhe companheirismo, confiança e camaradagem, . É necessário também que, no Grupo de A.A. que deseje cumprir o seu propósito primordial, seus membros saibam respeitar não só os seus próprios limites e o de outros Grupos, mas também e principalmente os limites dos outros segmentos da sociedade.

É necessário também para um Grupo de A.A. que deseje cumprir o seu propósito primordial, que se abstenha de coligar-se com qualquer outro Grupo de Ajuda Mútua ou movimento similar, evitando assim sancionar, financiar ou emprestar o nome de A.A. Com estes procedimentos, muitos problemas poderão ser evitados e, dentre estes podemos citar, o problema da busca da fama, prestígio e poder, o que certamente os afastariam do seu propósito primordial - o de Transmitir a Mensagem ao Alcoólatra que ainda sofre.

 

Eu não era Alcoólatra

Procurei a sala por pressão da minha família que queria me internar e então me falaram de AA e achei que indo numa sala ia aprender a beber moderadamente, só por isso, mas não era alcoólatra.
Na época, em novembro de 2004, eu já estava há cerca de dois anos bebendo de terça a domingo, mas como não bebia às segundas-feiras, não era alcoólatra.
Não era alcoólatra porque tinha uma boa casa, emprego e estudava. Por isso, achava normal eu ficar bêbada em todas as festas de família e em outros momentos felizes porque tinha que comemorar, mas não era alcoólatra.
Quando eu viajava para a praia começava a tomar cerveja às 10 da manhã e terminava o dia com um saldo de mais de 12 latinhas e várias caipirinhas, mas tinha a justificativa: era praia, calor, sol e todo mundo bebe ne? Eu também. Mas não era alcoólatra.
Quando estava na faculdade, trabalhava o dia todo, estudava à noite e como ficava muito cansada, chegava, fumava um cigarro de maconha e saia para beber alguma coisa no bar com os meus amigos, repeti um ano, mas tinha as amizades, tinha que beber, mas não era alcoólatra.
No começo da minha carreira profissional, ia a muitas festas, quase todos os dias e para aguentar bebia algumas doses de vodka e uísque antes de sair, mas era o cansaço que fazia isso, porque eu, eu não era alcoólatra.
Depois passei a ter que entrevistar pessoas e como algumas eram até bem conhecidas, eu tomava uma para ter coragem e não falar besteiras, eu tinha que me soltar, só isso, mas não era alcoólatra.
Também nas reuniões de trabalho, tanta tensão, não dava para aguentar aquilo de cara limpa, precisava saber como apresentar minhas ideias e bebia, mas não era alcoólatra.
Demorei muito para começar a dirigir, tinha medo, mas precisava, tirei a carteira e quando comecei a sair, tomava pelo menos uma cervejinha para ficar mais segura, mas não era alcoólatra. Uma vez, numa curva, passei reto e quase entrei no poste, não morri porque não era o meu dia e também porque eu não era alcoólatra.
Nunca tive um relacionamento sério com ninguém, conhecia um cara aqui outro ali, mas nada durava porque eu bebia. Bebia para me tornar quem eu não era e sim quem o outro queria que eu fosse, bebia para ser aceita, apaixonante, engraçada e interessante. Mas não porque era alcoólatra.
Eu alcoólatra? Imagina, que brincadeira sem graça. Alcoólatra. A-L-C-O-Ó-L-A-T-R-A, alcoólatra! Que palavra mais feia essa, para falar assim desse jeito. Ainda mais para mim, que não era alcoólatra.
Alcoólatras eram aquelas pessoas que eu via caindo pela rua, ou dividindo uma garrafa pet com pinga numa praça qualquer. Eu não, não era como aqueles bêbados que ficam o dia inteiro dentro de um bar e arrumam brigas. Ou como aquele povo que até é internado por causa da pinga; eles sim eram alcoólatras. Eu? Não, definitivamente, eu não era alcoólatra. Exagerava um pouquinho e só. Achava que pararia quando quisesse e pronto.
Mas não é que eu virei alcoólatra? Pois é, virei alcoólatra quando conheci o AA e isso foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. Virei alcoólatra e descobri que tenho uma doença que é física, mental, emocional e espiritual, incurável, progressiva e fatal. Virei alcoólatra e deixei de ser bêbada, cachaceira, mau caráter, sem vergonha, fraca, vagabunda, doidona, louca, irresponsável, excêntrica, exagerada, maluca... enfim, deixei de ser todos os personagens que havia criado para mim e que todos acreditavam – ou fingiam acreditar.
Hoje eu sou apenas a Silvia, uma alcoólatra em recuperação que ontem não bebeu e que só por hoje não tomou o primeiro gole. Hoje eu sou a Silvia, uma pessoa que está muito longe da perfeição, que ainda tem um longo caminho de reconstrução, mas o mais importante é que sou uma mulher em paz comigo e com os outros e, mesmo com os problemas e dificuldades que todo mundo tem, consigo ser muito feliz.

Vivência nº 102 - Julho / Agosto 2006
E você...... gostaria de nos conhecer?
GRUPO ROSA MÍSTICA DE A.A.
Rua Alpes, 532 – Bairro: Nova Suíça – BH/MG
2ª. – 4ª. e 6ª. feiras às 19:30 horas – Domingo às 15:30 horas

 

 
O GRUPO BASE, IMAGEM DE A. A.

Objetivos:
1. Conseguir que os líderes membros de A. A. conheçam e valorizem a importância de permanecer a um grupo que seja a base para seu trabalho de recuperação e serviço, em aplicação ao princípio que enuncia nosso objetivo principal: “nos mantermos sóbrios e ajudar a outros a alcançar a sobriedade”.
2. Conscientizar os participantes de que o seu grupo mostra a Irmandade como um todo aos visitantes e principalmente aos que chegam pedindo ajuda. O grupo é a imagem de A. A.
3. Explicar, respeitando plenamente a autonomia, como seria o funcionamento ideal de um grupo, como pode ser estruturado e como seus membros podem comportar-se para a manutenção da unidade e participar do trabalho dentro do grupo e também do trabalho externo que o grupo possa fazer, no lugar onde esteja localizado.
4. Dar a consciência da responsabilidade de transitar a mensagem original com a literatura básica e do compromisso com a autossuficiência dos centros de serviço de toda a Irmandade.
5. Incentivar os membros do grupo a contribuir com os servidores e à formação e capacitação adequadas, dos eleitos como representantes nos Serviços Gerais, intergrupos e diferentes comitês de serviço.
6. Realçar a importância da participação do grupo na vida da Irmandade e da responsabilidade de aplicação das recomendações emanadas na Conferência de Serviços Gerais.
(Fonte: Guia de Capacitação de Liderança – pagina: 31)
 

Eu sempre tenho ouvido dizer: “QUE COMECE POR MIM” e porque não:
“QUE COMECE POR VOCÊ”,
mas o ideal seria: “QUE COMECE POR NÓS”

REFLITA NA ESTATÍSTICA DA REVISTA VIVÊNCIA

ÁREA 02 - MG

Jan/Fev. Edição 147 – Foi gerado um total de 168 boletos de renovação e foram pagos 125.

Mar/Abr - Edição 148 – Foi gerado um total de 173 boletos de renovação e foram pagos 128.

Maio/Jun - Edição 149 – Foi gerado um total de 193 boletos de renovação e foram pagos 124.

Jul/Ago - Edição 150 – Foi gerado um total de 159 boletos de renovação e foram pagos 91.

Set/Out - Edição 151 - Foi gerado um total de 149 boletos de renovação e foram pagos 106.

Nov/Dez - Edição 152 – Serão gerados 184 boletos.

 

“Se você é assinante da Revista Vivência e não renovou a sua assinatura, gostaria muito que você pensasse”....

 

DESPERTE, JÁ É AMANHÃ, OU VOCÊ VAI CONTINUAR A DORMIR, PARA DESPERTAR AMANHÃ....


...Se pesquisarmos profundamente com uma análise consciente, fatalmente iremos constatar que falta uma "Determinação obtida por uma ampla conscientização" empreendida pelos diversos segmentos de Serviços (Servidores) responsáveis, para uma tomada de posição no sentido de minimizarmos o problema.
Um posicionamento que objetive ascender os níveis de recuperação da Irmandade no Brasil, através do desenvolvimento de ações dinâmicas sensibilizadoras da profundidade dos Princípios Espirituais de nossa Irmandade.
Os doentes alcoólicos buscam A. A. porquê de alguma forma se sentiram atraídos pela imagem da Irmandade que lhe foi passada por alguma forma de divulgação ou pela abordagem de um membro, despertando- lhe um fio de esperança para cessar o sofrimento vivido.
A partir de nossas próprias experiências do primeiro dia, é fácil imaginar o que se passa pelas mentes doentes ante o desapontamento com a realidade mostrada nos Grupos de A. A., que na maioria das vezes desmente a concepção que tínhamos a respeito. A inverdade nunca poderá ser a base de um objetivo que envolve vidas humanas.
Se estabelecermos um confronto entre o que deveria ser uma real Programação de Recuperação de A. A., e o que é divulgado ou passado pelo abordante e a realidade que o ingressante irá constatar no Grupo, onde estará assistindo à sua primeira reunião, iremos detectar de uma forma generalizada as seguintes falhas e distorções:

- Desinformação sobre o que é realmente o Programa de Recuperação de A. A.:
Grande parte de responsabilidade pela má Recuperação, reside na qualidade do apadrinhamento realizado, quando o recém-chegado, após o primeiro dia, é lançado à sua própria sorte, sendo-lhe negadas as informações vitais de como proceder de agora em diante. É voz corrente em nossos Grupos: "Evite o Primeiro Gole... Frequente as reuniões na medida do possível... e traga mais um, quando puder..." Esta é a orientação comum, precursora da inércia e estagnação, que presta o maior desserviço ao doente e à Irmandade.

- A Rotina e a Repetitividade:
A ignorância e o desconhecimento do que deve ser feito, levam os Grupos de A. A. a realizarem uma programação pobre e deficiente, onde a rotina e a repetitividade provocam o desânimo e a desmotivação, com o cansativo desfile pela "Cabeceira de Mesa" dos mesmos companheiros que contam sempre a mesma "estória".

- Despreparo dos Servidores Responsáveis:
As lideranças de Grupos se afirmam mais pela assiduidade e pela capacidade de falar mais alto, que pelo grau de conhecimento dos Princípios de A. A. Assim o nível da programação oferecida é paralela ao preparo do Servidor dirigente. É lamentável o estrangulamento de Grupos de A. A. por mãos incapazes impulsionadas pela força do anseio individual.

- Inexistência de Clima Espiritual que Possibilite a Recuperação:
Os Grupos de A. A., com raríssimas exceções, não se preocupam com o estabelecimento deste clima espiritual, só obtido com a fiel obediência dos Princípios que orientam a nossa Irmandade. Enquanto houver meia observância deles, haverá sempre meia Recuperação. Onde estes Princípios não são observados, inexiste a Recuperação. E os exemplos estão aí mesmo, às centenas.
(Comp. Anônimo)

 

Minha mãe é alcoólatra

Aumenta a cada ano, no Brasil e no mundo, o porcentual de mulheres dependentes. As grandes vítimas são os filhos, envolvidos numa rotina de restrições e constrangimentos
Célia Chaim

*Manuel sempre percebeu que sua mãe era diferente das mães de seus amigos. Às vezes sentia vergonha, geralmente quando ela falava “enrolado” perto deles. No começo, esses amigos davam risada nessas situações. Depois, deixaram de ir à casa de Manuel. Na escola, caçoavam dele. Sua mãe foi ficando cada vez mais “esquisita”, limitando muito sua vida social e levando sua autoestima a zero. Não dava para convidar um amigo para ir a sua casa estudar. Todos perceberiam o que ele se negou a perceber: sua mãe (que morreu quando ele tinha 26 anos) era “esquisita” por causa dos efeitos do uso excessivo do álcool. Era alcoolista. Ele se escondeu da vida para esconder sua mãe, constantemente embriagada.
Manuel não está, absolutamente, sozinho em meio a essa realidade. Milhares de crianças e adolescentes convivem com algum parente com a doença no Brasil. Pesquisadores estimam que eles podem representar até 11,2% da população do País, ou quase 20 milhões de brasileiros. O problema é que, nos últimos tempos, as mulheres começaram a aparecer com força cada vez maior nas estatísticas dessa doença progressiva e incurável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Estudos recentes mostram que crianças e adolescentes filhos de pais com o vício estão mais sujeitos a desequilíbrios emocionais e psiquiátricos. Normalmente, o primeiro problema identificado é um prejuízo severo na autoestima, com repercussões negativas sobre o rendimento escolar e as demais áreas do funcionamento mental. Esses adolescentes e crianças tendem a subestimar suas próprias capacidades e qualidades. Os males gerados pelo alcoolismo são a terceira causa de morte no mundo. “É uma doença sutil, que pode avançar até a morte”, diz Alice. Ela bebeu durante 30 anos, parou há quatro e está decidida a não voltar. Começou por volta de 17 anos. “Ao longo do tempo passei da “cervejinha” aos destilados. Quando acordei, bebia praticamente 24 horas por dia”, conta ela. Não conseguia dormir. Às vezes, passava pelo que ela chama de apagão, quando via “muitas aranhas e cobras”, imagens que se confundiam com uma intensa mania de perseguição. Seu único filho, o jovem Eduardo, diz que “enterrou sua juventude no vício da mãe”.
Catarina, 43 anos, é uma brasileira linda, tipo Sonia Braga antes das plásticas. Sorri o tempo todo, deixando ver seus dentes perfeitos. Começou a beber aos 13 anos. “Aos 35, passei a associar outras drogas ao álcool.” Só foi pedir ajuda a uma associação de alcoólicos anônimos quando não conseguia parar em pé. Embora tenha deixado de beber há alguns anos, sob o ponto de vista clínico, não se curou da doença. Parar de beber é a vitória maior para o dependente, mas a doença não acaba. Se ele voltar a dar uns goles, em pouco tempo recupera um ritmo igual ou até maior do que o mantido antes da pausa. “Não existe ‘ex’ nessa história”, admite Catarina, hoje coordenadora de um grupo de ajuda a dependentes em São Paulo. Ela sabe que a identificação precoce do alcoolismo geralmente é prejudicada pela negação dos pacientes quanto à sua condição de alcoolistas. Além disso, nos estágios iniciais é mais difícil fazer o diagnóstico, pois os limites entre o uso social e a dependência nem sempre são claros. Quando o diagnóstico é evidente e o paciente concorda em se tratar é porque já se passou muito tempo e diversos prejuízos foram sofridos. Neste ponto, fazê-lo parar de beber costuma ser uma tarefa árdua.

Para iniciar um tratamento de alcoolismo é necessário que o paciente preserve em níveis elevados a autoestima sem, contudo, negar sua condição de doente. Muitos não conseguem esse comportamento na prática. Felizmente, a dona-de-casa paulistana Marina, 65 anos, superou tudo isso com força de vontade. O caminho adotado por ela para combater a doença é o mais recorrente: as associações de alcoólicos anônimos. Marina bebeu por 20 anos. Hoje, quando muito, degusta aquela cerveja sem álcool. Começou na faixa de idade em que se inicia a maioria das mulheres, entre 26 e 34 anos. Há um grande número de separadas entre as dependentes, mas os especialistas ainda não sabem se, estatisticamente, essa condição é mais causa ou efeito no caminho para o alcoolismo.
O início do consumo de álcool cada vez mais cedo pelas mulheres brasileiras fez diminuir a relação de dependência entre homem e mulher. As pesquisas revelam que a dependência alcoólica na mulher possui características próprias. Ela começa a beber mais tarde, bebe menos e com menor frequência, mas o risco de desenvolver dependência é mais alto. Doenças como cirrose hepática, hipertensão, desnutrição e hemorragia gastrointestinal são desenvolvidas mais rapidamente entre as mulheres – em média com 12 a 15 anos de dependência, contra 17 a 20 anos nos homens. De acordo com o psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), filhos de mulheres que consomem álcool em excesso durante a gravidez estão sujeitos à síndrome alcoólica fetal, que pode provocar sequelas físicas e mentais no recém-nascido. Isa, 19 anos, é filha de uma alcoolista de 42. “Você sofre com isso?” Ela chora, temendo ofender a mãe com o seu sim. A jovem não namora, não leva amigos à sua casa e não sai porque, com um pai já desanimado, tem medo de que aconteça alguma coisa. Acha que culpar a mãe pelas restrições que enfrenta é complicado quando se sabe que o alcoolismo é uma doença. Mas não nega que seus sonhos não existem mais. Considera-se infeliz. Portanto, para começar um tratamento – seja ele qual for –, o melhor mesmo, no caso das mulheres, seria olhar para os filhos e, num momento de lucidez, perceber a infelicidade que eles carregam desde o dia em que perceberam ter em casa uma mãe com um problema tão devastador.

QUEM SABE PODEMOS AJUDAR!

ESTAMOS LOCALIZADO NA RUA ALPES, 532 – BAIRRO NOVA SUÍÇA
BELO HORIZONTE/MG

 

GRUPO ROSA MÍSTICA DE A.A.
Reuniões: 2ª – 4ª – 6ª feiras às 19:30 horas
Domingo às 15:30 horas

 
 

PRECISANDO DE AJUDA? TALVEZ POSSAMOS AJUDAR
Grupos diversificados de ajuda
É importante conhecer. Alguém pode estar precisando! Todos se caracterizam por serem movimentos filantrópicos, sem fins lucrativos, desvinculado de religiões e política, sigilosos e são coordenados por voluntários rigorosamente preparados. Quem sabe vocês conheçam alguém que precise de um desses grupos!?
"Só merece a felicidade quem acorda todos os dias disposto(a) a conquistá-la."
Os sites desta lista são de GRUPOS DE MÚTUA-AJUDA.
São "irmandades" onde todos compartilham suas experiências e dificuldades comuns de forma sigilosa, respeitosa e com um único objetivo: melhorar-se para viver melhor. Nenhum está vinculado a qualquer religião ou partido político e todos são totalmente gratuitos.

1. FUMANTES ANÔNIMOS - GRUPO RENASCER
http://www.fumantesanonimos.org/
Fumantes Anônimos é uma irmandade de pessoas que sentiram o poder da adicção à nicotina. Encontramos uma solução, uma maneira de viver e crescer sem nicotina, e compartilhamos isto livremente com os outros e com cada um que deseje juntar-se a nós.

2. ONEOMANIA - GASTADORES COMPULSIVOS
http://saudealternativa.org/2007/05/oneomania-gastadores-compulsivos-uma-doenca-cada-vez-mais-frequente/
O ato de comprar indiscriminadamente é uma doença chamada oneomania, que atinge as pessoas caracterizadas como compradoras compulsivas. A oneomania é um distúrbio bastante controvertido do ponto de vista psiquiátrico e psicológico.

3. DEVEDORES ANÔNIMOS
http://www.devedoresanonimos-rj.org/informacoes.html
Para auxiliar pessoas que sofrem da Oneomania foi criado um grupo conhecido como Devedores Anônimos - D.A., tem o propósito de ensinar seus membros a reaprender a lidar com o dinheiro e para isso realizam cálculos das despesas domésticas e as relacionam com os ganhos mensais da pessoa.

4. AMOR EXIGENTE
http://web.onda.com.br/charlesb/amorexig/index.htm 
Uma proposta de educação destinada a pais e orientadores, como forma de prevenir e solucionar problemas com seus filhos ou alunos.

5. D.A.S.A - DEPENDENTES DE AMOR E SEXO ANÔNIMOS
http://www.slaa.org.br/br/index.htm
 DASA- é uma Irmandade cujos fundamentos são os 12 Passos e as 12 Tradições. Está baseada no modelo adaptado de Alcoólicos Anônimos, para o DASA. O único requisito para ser membro, é ter o sincero desejo de libertar-se da Dependência de Amor e Sexo.

6. NEURÓTICOS ANÔNIMOS
http://www.neuroticosanonimos.org.br/ 
Neuróticos Anônimos é uma Irmandade formada por homens e mulheres que compartilham suas experiências, fortaleza e esperança para resolverem seus problemas emocionais comuns e assim, se reabilitarem da doença mental e emocional.

7. EMOCIONAIS ANÔNIMOS
http://www.ajudaemocional.com.br/ 
Reconhecer as nossas limitações é nossa grande vitória! Fazer alguma coisa para vivermos mais felizes é nosso direito!

8. ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
http://www.alcoolicosanonimos.org.br/ 
Alcoólicos Anônimos é uma irmandade de homens e mulheres que compartilham suas experiências, forças e esperanças, a fim de resolver seu problema comum e ajudar outros a se recuperarem do alcoolismo.

9. AL-ANON
http://www.al-anon.org.br/novosite/ 
Para familiares e amigos dos alcoólicos

10. COMEDORES COMPULSIVOS ANÔNIMOS
http://www.comedorescompulsivos.com.br/ 
É uma irmandade mundial de indivíduos que, compartilhando experiências e apoio mútuo, estão se recuperando do comer compulsivo.

11. DISTÚRBIOS ALIMENTARES - ANOREXIA E BULIMIA
http://www.saskiapsicodrama.com.br/disturbios-alimentares/
Os Distúrbios Alimentares- são doenças de caráter psicológico e sócio-cultural, que comprometem a vida e o destino de adolescentes e mulheres jovens.
São caracterizados por distúrbios de conduta alimentar, geralmente acompanhados de preocupação com a comida, com a imagem corporal e relacionam-se freqüentemente com os transtornos depressivos.

12. NARCÓTICOS ANÔNIMOS
http://www.na.org.br/portal/ 
NA é uma irmandade mundial, sem fins lucrativos, ativa em mais de 130 países. Somos adictos em recuperação, que nos reunimos regularmente, sobrevivendo a todas as adversidades. Percebemos que, finalmente há esperança para nós.

13. MULHERES QUE AMAM DEMAIS ANÔNIMAS
http://www.grupomada.com.br/site/ 
MADA é um programa de recuperação para mulheres que têm como objetivo primordial se recuperar da dependência de relacionamentos destrutivos, aprendendo a se relacionar de forma saudável consigo mesma e com os outros.

14. JOGADORES ANÔNIMOS - JOG-ANON
http://www.jogadoresanonimos.org/joganon1.html
Jog-Anon é uma Irmandade de homens e mulheres que são maridos, esposas, parentes e amigos chegados de jogadores compulsivos
Este é para atendimento individual:

 
 
 
 


REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A.A. NO BRASIL
 

 

 
     
 
     
 
     
 
     
 

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SALAS VAZIAS - FALTA UNIDADE OU PORQUE O ENCANTO ACABOU

O número de homens e mulheres ingressantes, "desejosos em parar de beber" recorriam às sugestões oferecidas por Alcoólicos Anônimos que nada cobrava como taxas ou mensalidades.

As reuniões de Grupos transcorriam anonimamente com depoimentos de alcoólatras que contavam uns para os outros as suas experiências nefastas que passavam com o uso abusivo da bebida e falavam de suas dificuldades em sair da dependência.

                                                               
Continua...

 

O GRUPO DE A.A. - ONDE TUDO COMEÇA

   
         
   
         
   
         
   
         
     
 
 

 

Alcoólicos Anônimos
Grupo em Itapoã


Av. Resplendor, 563, Sala 302 - 29101-500 - Praia de Itapoã - Vila Velha, ES.
Centro Comercial Itapoã
Reuniões: Ter, Qua, Qui, e Sex – 19:30h /// Seg Al-Anon 19:00h
Qua, 15:00h (reuniões de verão)

E-mail: grupodeaaemitapoa@gmail.com

 

 

 

Esta chamada tem como meta atingir não só aqueles, que como eu, se considera o dono da verdade, acima do bem e do mal, e bebia todas, como também para os que começam a beber precocemente, aos 13 ou 15 anos, seduzidos pela gratificante euforia e desinibição que o álcool proporciona.
O aumento do consumo de álcool, assim como o fácil acesso à bebida é um problema crescente e vem assumindo proporções assustadoras. Ter tomado conhecimento de que o alcoolismo é uma doença, já inteiramente doente e dependente do álcool, foi assustador. Como eu, um medido dedicado e de sucesso, passei anos bebendo sem controle e sem consciência dessa doença gravíssima?
Ainda mais surpreendente para mim, foi descobrir ter uma doença apenas depois de contato com outros alcoólatras, que como eu, procuraram ajuda para o terrível mal do alcoolismo. Existe, ainda hoje, uma forte negação sobre tudo o que se refere ao uso e ao abuso do álcool. Negação que gera preconceitos, erros de diagnóstico e desconhecimento dos inúmeros

 problemas ocasionados por essa substância.
Esta negação que existe sobre esta doença me preocupa muito, pois ela impede que o conhecimento real da doença chegue até as pessoas e, principalmente, àquele jovem que começa a beber, pois todos do seu grupo bebem, e se sente bem com o efeito que o álcool proporciona.
Existe ainda a crença de que o alcoólatra é um marginal social. Não se sabe que, na verdade, o alcoólatra é apenas um doente. Alcoolismo é uma doença primária, física, mental e espiritual, tendo esta última dimensão nada a ver com religiosidade. É uma doença biopsicossocial, com predisposição genética.
Existem hoje mais de 600 milhões de alcoólatras no mundo. Morrem mais de 2 milhões de pessoas por ano de diferente maneiras, mas sempre relacionadas direta ou indiretamente pelo álcool.

(Fonte: Alcoolismo a doença da negação – Dr. Claudio L.)

 

Quando recebemos a mensagem e chegamos logo em seguida a um Grupo, nos envolvemos num misto de curiosidade, ansiedade e grande dose de vontade para saber de imediato a cerca de tudo que nos convença a abandonar a bebida.

 

 

 

 

Alcoólicos Anônimos Grupo em Itapoã

Reuniões: Quartas e sextas às 19:30h.
Rua Curitiba, 560 - Itapoã, Vila Velha, ES. (próximo à praça Dom Cavati)

E-mail: grupodeaaemitapoa@gmail.com
Caso não queira mais receber nossos e-mail, responda este e-mail com o assunto remover.

 

RETORNO AO BÁSICO
Preâmbulo - Introdução - Capitulo 1º A evolução das Reuniões para Principiantes
GUIA PARA DAR OS PASSOS Segundo “Retorno ao Básico”
 

 

4.1-Como dar o Primeiro Passo
4.2-Como dar o Segundo Passo
4.3-Como dar o Terceiro Passo
4.4-Como dar o Quarto Passo
4.5-Como dar o Quinto Passo
5-A Síndrome do Porre Seco
6-A Síndrome do Porre Seco – As Recaídas
7-Como dar o Sexto Passo
8-Como dar o Sétimo Passo
9-Como dar o Oitavo Passo
10-Como dar o Nono Passo
11-Como dar o Décimo Passo
12-Como dar o Décimo Primeiro Passo
13-Como Dar o Décimo Segundo Passo
14-Como escutar a Deus depois dos Passos

Leia todo o texto aqui

     
 

     

 


ASSINATURA DA REVISTA VIVÊNCIA
ATRAVÉS DA SACOLA DA 7ª. TRADIÇÃO NO SEU GRUPO BASE.

“GRATIDÃO”  É  COLOCAR EM AÇÃO.

     

 

Amigos, o Grupo Gratidão de Alcoólicos Anônimos de Hortolândia tem reuniões às: segundas, quartas e sextas feiras, 20:00 horas - sábados 16:00 horas.
Estão convidados a participarem e tomarem
um café.

Rua Pedro Pereira dos Santos 179
Jardim Sta. Clara do Lago I
Anexo ao Cif Santa Clara e serviço municipal de Ambulâncias
referencia Hospital Mario Covas.
 

     
 
     
 
     
 
 
 
 

REVISTA VIVÊNCIA
A 1ª. ASSINATURA NINGUÉM ESQUECE

FALE COM O RV DO SEU GRUPO BASE OU ACESSE O SITE:
www.revistavivencia.org.br
 

:: REVISTA VIVÊNCIA - UM POUCO DE SUA HISTÓRIA ::

     
 
     
 
     
 
     
 
     
 
 
 

1. É uma reunião escrita
VIVÊNCIA é a solução ideal para quem não pode assistir às reuniões regularmente ou para quem deseja mais reuniões.
Compacta de fácil leitura, a cada bimestre, publica a essência do que de "melhor" você poderia esperar de uma reunião.

 

2. É o presente ideal
Para um companheiro ou amigo, poucos presentes podem ser mais apropriados do que uma assinatura de VIVÊNCIA.
É uma lembrança continuada de sua atenção e fonte de prazer e de inspiração para o presenteado.

 

3. Preparando palestras
Procurando idéias para fazer uma palestra mais interessante? Você encontrará na leitura de VIVÊNCIA: histórias pessoais, artigos interpretativos, anedotas, noticiário de A.A. do Brasil e do mundo, opiniões de médicos sobre o alcoolismo e o programa de recuperação oferecido pelo A.A. e muitas outras matérias.

         

4. Informações
Como A.A está chegando aos hospitais e prisões? O que é a Conferência de Serviços Gerais e o que ela significa para os membros de A.A. individualmente?
E quanto ao A.A. no resto do mundo?
VIVÊNCIA traz o mundo para sua casa e o mantém sempre atualizado.

 

5. É um fórum
Quer transmitir uma idéia?
VIVÊNCIA lhe dá uma visão tão ampla quanto possível de A.A. como um todo, onde você e seus companheiros podem permutar histórias, pontos de vista e interpretações do programa de recuperação.

 

6. Companheira nas abordagens
Permita que VIVÊNCIA mostre ao recém-chegado o que A.A. realmente é - uma maravilhosa comunidade humana de mais de dois milhões de homens e mulheres em todo o mundo, unidos no propósito comum de permanecerem sóbrios e ajudar outros a alcançarem a sobriedade.

         

7. Reuniões temáticas mais produtivas
Grupos de todo Brasil estão usando artigos de VIVÊNCIA para discussão em reuniões temáticas.
Com VIVÊNCIA, os membros ficam melhor preparados para tais reuniões, capazes de contribuir mais construtivamente.

 

8. A experiência acumulada
Você pensa que seu grupo tem problemas? Não se preocupe. Procure inteirar-se das inúmeras experiências de grupos publicadas freqüentemente em VIVÊNCIA.
É uma forma construtiva de manter seu grupo sintonizado com as Tradições.

 

9. Uma aliada no A.A. Institucional
Existe alguém no seu grupo apadrinhando (ou pretendendo apadrinhar) um grupo em hospital ou numa prisão?
Uma assinatura de presente será profundamente apreciada por homens e mulheres com limitados contatos com o mundo exterior.

         

10. Ofertada ao recém-chegado
Muitos grupos usam VIVÊNCIA como importante ajuda para os programas de apadrinhamento.
Encorajam os recém-chegados a ler a revista, a discutir e fazer perguntas sobre os assuntos lidos. Alguns grupos oferecem gratuitamente uma revista a cada visitante.

 

11. Ligação com a Irmandade
A.A. vem crescendo muito em todo o mundo. Seu grupo, seu distrito ou Área estão experimentando as dores do crescimento?
Muitas soluções podem ser encontradas através das experiências compartilhadas em VIVÊNCIA.

 

12. Arquivo da história de A.A.
VIVÊNCIA espelha os acontecimentos da Irmandade de Alcoólicos Anônimos no momento atual.
É uma preciosa coleção da experiência acumulada ao longo dos anos.

 

"Vivência" comunica a experiência, força e esperança de seus colaboradores e reflete um amplo espectro geográfico da experiência atual de Alcoólicos Anônimos com a recuperação, a unidade e o serviço. Publica também artigos de pessoas não-alcoólicas, que colaboram espontaneamente com a Revista.

RENOVE / ASSINE – acesse o site:
www.revistavivencia.org.br

Ou fale com o RV ou RSG do seu Grupo.

 

REFLETINDO OS 12 PASSOS
Veja aqui o texto

 

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