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SEXTO PASSO 30/12/2013 - 17:23
SEXTO PASSO
“PRONTIFICAMO-NOS INTEIRAMENTE A DEIXAR QUE DEUS REMOVESSE TODOS ESSES DEFEITOS DE CARÁTER”.
Por : Emílio M.

01. O que e como entendo e tento praticar o Sexto Passo de A.A., nesta data, em meu nome e não no de A.A. (Enumero os parágrafos para facilitar os debates nos Seminários).

02. “Prontificamo-nos Inteiramente A Deixar Que Deus Removesse Todos Esses Defeitos De Caráter”. Esses, Quais? Aqueles que identifiquei no Quarto Passo; verbalizei no Quinto e agora, com a ajuda d’Ele, aos pouco, os eliminarei trabalhando o Sexto Passo. A prática deste Passo é muito mais difícil sem antes ter exercitado os Passos – do Primeiro ao Quinto.
Indago: como posso semear a mais bela, formosa e rica das semente, a da humildade, preconizada no Sétimo Passo, em terreno infestado por ervas daninhas ou num matagal? Se minha casa está alugada para um mau, como posso alugá-la para um bom? Como posso obter humildade, se trapaceio até na programação de A.A. – questão de vida ou morte? Como posso relacionar os prejudicados e repará-los? Como posso, realizar os inventários: Relâmpago, Diário e Periódico? Como posso desfrutar da quietude interior, da paz e da harmonia possibilitados pela prece e a meditação? Entrando em consonância com a Consciência Divina se continuo embrulhado nos meus defeitos e na própria vida? Posso até levar a mensagem aos sofredores, mas e quanto ao despertar espiritual prometido para quem pratica o programa? Como posso exercer os princípios, inseridos nos Passos, em todas as minhas atividades diárias? De muito longe, sobriedade é só parar de beber. Preciso modificar-me e para melhor. Esta é a proposta do Passo Seis.
Fui convidado para o banquete dos Doze Passos. Não quero contentar-me apenas com as migalhas dos Primeiro e parte do Décimo Segundo Passos. Seria insensatez.

03. Estive submetido a mais drástica, impiedosa e tirana das ditaduras. A ditadura alcoólica, que, sem o menor respeito, exige e impõe, sobre todas suas vítimas, as mais danosas e desastrosas conseqüências. Logo, enquanto eu não remover o entulho deixado por esta ditadura impiedosa, não alcançarei serenidade, felicidade e alegria de viver.

04. O álcool deprava, deturpa, intensifica, e exacerba os instintos naturais, potencializando os defeitos de caráter ou pecados capitais. São eles grandes fomentadores de culpa, remorso, insegurança, medo, vergonha, mazelas, chagas, labéus, desgostos desonras, aborrecimentos e má reputação. Causam a doença emocional e maculam a espiritualidade; desenvolvem a enfermidade da alma e do espírito.
Os defeitos de caráter são como praga. Devo eliminá-los pela raiz. Cortar só a ramagem não resolve. Piora e muito, eles se tornarão cada vez mais exuberantes.
Assim como Deus libertou-me da obsessão alcoólica, poderá livrar-me também destes defeitos. Desde que eu faça a minha parte. Sim, porque Deus não fará por mim aquilo que eu mesmo posso fazer, mas com a ajuda d´Ele poderei fazer tudo quanto sozinho seria incapaz.
“‘Este é o Passo que separa os adultos dos adolescentes...’ Eis o que declara um clérigo muito querido, um dos melhores amigos de A.A. Ele prossegue para explicar que qualquer pessoa cheia de disposição e honestidade suficientes para, repetidamente, experimentar o Sexto Passo com respeito a todos seus defeitos – em absoluto sem qualquer reserva – tem realmente andado um bom pedaço no campo espiritual e, portanto, merece ser chamado de um homem que está sinceramente empenhado em crescer à imagem e semelhança do Criador.
“Evidentemente, a tão discutida pergunta sobre se Deus pode – e quer, sob certas condições remover os defeitos de caráter, será respondida afirmativamente pela quase totalidade dos membros de A.A. Para eles, esta proposição não será apenas teoria; será simplesmente uma das maiores realidades de suas vidas”.

05. Erradicar defeitos de caráter é investir em mim mesmo. Começo pelos defeitos maiores ou por aqueles que impõem mais sofrimento para mim e para os outros. Os defeitos de caráter são como o álcool. Eles podem escapar ao meu controle, razão pela qual devo eliminá-los ou serei por eles torturado e dominado. Livro-me deles ou a obsessão alcoólica poderá voltar. Evitar que esses defeitos evoluam ao extremo não é tão difícil, mas mantê-los em equilíbrio sim.

06. Senão Vejamos:

a - Evito o orgulhoso ao ponto de ser considerado um fanfarrão, mas gosto de sentir- me, pelo menos, um pouco superior aos outros.

b - Abomino a avareza ao nível de ser chamado de ladrão, mas vou um pouco além da simples e aceitável ambição.

c - A inveja crônica não me deixa carcomido, porém, as vezes, com o dinheiro que não tenho, compro aquilo que não necessito só para impressionar os outros ou só para esnobar.

d - Escondo a gula para não ser comparado a um porco faminto, mas sou chegado a um prato gostoso. E, na maioria das vezes, exagero.

e - Repudio a ira, aquela que pode levar um homem a matar outro. E lamento a extrema ira que leva o homem ao suicídio. (Todo suicida mata a pessoa errada). No obstante continuo fumando e brinco dizendo: “Esta Souza Cruz, que já colocou a cruz em tantos Souzas; mas, como eu não sou Souza... estou imune?” Repudio a ira, sim, todavia, ainda, engulo seus ‘filhotes’: a raiva, a intolerância, a incompreensão a revolta; a irritabilidade; o mau humor; o nervosismo e a inquietação.

f - A luxúria, sempre a repugnei, todavia, muitas vezes falei de amor só da boca para fora. E quanto as fantasia o que dizer? E até que nível serão aceitáveis?

g - Não me identifico com a preguiça que leva a ruína, mas curto um sono a mais, quando já deveria estar em pé. (Sou muito preguiçoso para exercícios físicos e para caminhadas).
“Nós, que temos escapado destes extremos, somos capazes de nos congratular; mas, podemos? Afinal de contas, não foi o interesse próprio que nos permitiu escapar? Não se requer muito esforço espiritual para evitar os excessos que, de qualquer forma, nos trariam perigo. Porém, quando encaramos os aspectos menos violentos destes mesmos defeitos, neste caso, em que pé estamos”?

07. “Contemplando de novo aqueles defeitos a que ainda não estamos dispostos a renunciar, deveríamos ser menos teimosos. Talvez ainda sejamos obrigados, em alguns casos, a dizer: ‘A isto não posso renunciar ainda..., mas nunca devíamos dizer: ‘A isto jamais renunciarei!...’
No momento em que dizemos: ‘Não, nunca!’, nossa mente se fecha para a graça de Deus. Essa revolta pode ser fatal. Ao invés disso, deveríamos abandonar os objetivos limitados e começar a caminhar em direção à vontade de Deus, para conosco”.

08. Se não consigo eliminar, procuro amenizar. Não lamento o insucesso, tento de novo. Busco o aprimoramento e não a perfeição. A perfeição só me é facultada no Primeiro Passo.
A passagem da adolescência para a vida adulta não é um processo repentino, mas gradual e lento. Eliminar os defeitos de caráter e melhorar-me, é uma tarefa para a minha vida inteira. Não sou candidato a santo. Nem faço isso para morrer e ir para o céu, mas para viver fora do inferno aqui e agora. Afinal, o céu pode esperar, talvez um dia, com a ajuda d’Ele chegarei lá. O Pe. Ed Dizia: “Se um dia eu chegar ao Céu será porque passei o tempo todo fugindo do inferno”.
“Deus Não Exige Que Eu Consiga, Apenas Deseja Que Eu Tente!”
“O que devemos reconhecer é que nos regozijamos com alguns de nossos defeitos. A raiva farisaica também pode ser muito agradável. De um modo perverso, podemos até sentir prazer pelo fato de muitas pessoas nos aborrecerem, pois isso nos traz uma cômoda sensação de superioridade”.
“A mudança é a característica de todo crescimento. Da bebida à sobriedade, da desonestidade à honestidade, do conflito à serenidade, do ódio ao amor, da dependência infantil à responsabilidade adulta - tudo isso e muito mais representam mudanças para melhor.
Essas mudanças são realizadas por meio da crença e da prática de princípios saudáveis. Para isso, precisamos nos desfazer de princípios maus ou ineficientes em favor de princípios, que produzem resultados. Até bons princípios podem às vezes ser substituídos pela descoberta de outros ainda melhores. Só Deus é imutável; somente Ele tem todas as verdades que existem”.

09. “Havendo alcançado uma completa libertação do alcoolismo, porque, então, não deveríamos poder chegar, pelos mesmos meios, à perfeita libertação de qualquer outro problema, ou defeito? Este é um enigma de nossa existência, para o qual a resposta certa só poderá estar na mente de Deus. Todavia, pelo menos uma parte da resposta nos é aparente”.
“Praticamente todos querem se livrar de suas dificuldades mais visíveis e destrutivas. Ninguém quer ser tão orgulhoso, a fim de que seja desprezado como um fanfarrão, nem tão ambicioso, a fim de seja chamado de ladrão. Ninguém quer ter raiva suficiente para chegar ao homicídio, nem ser sensual o suficiente para violentar e nem ser guloso o suficiente para prejudicar a saúde. Ninguém quer sofrer a crônica dor da inveja ou se acomodar na preguiça.
É claro que os homens, em sua maioria, não têm esses defeitos a níveis tão altos, e nós que escapamos desses extremos, somos capazes de nos felicitar. Mas podemos? Afinal de contas, não foi o interesse próprio, que fez com que a maioria de nós escapasse? Não é preciso muito esforço espiritual para evitar os excessos que, de alguma forma, nos punem. Mas quando encaramos os aspectos menos violentos desses mesmos defeitos, daí em que pé ficamos”?

10. “Se pedirmos, Deus certamente perdoará nossas negligências. Porém, em nenhum caso nos torna puros como a neve e nos mantém assim sem a nossa cooperação. Eis uma coisa que nós mesmos devemos estar dispostos a procurar. Ele quer apenas que tentemos, da melhor maneira possível, progredir na edificação do caráter”.

11. “Quantos de nós ousariam declarar: ‘Bem, estou sóbrio e feliz. O que mais posso querer ou fazer? Estou muito bem assim’. Sabemos que o preço dessa auto-satisfação é um inevitável retrocesso, marcado em algum momento por um brusco despertar. Temos que crescer ou nos deteriorar mais. Para nós a situação só pode ser para hoje, nunca para amanhã. Devemos mudar; não podemos ficar parados”.
“Muitos logo perguntarão: ‘Como é possível aceitar tudo em que implica o Sexto Passo? Ora – seria a perfeição!’ Parece uma pergunta difícil de responder mas, a bem dizer, não é. Somente o Primeiro Passo, onde admitimos inteiramente nossa impotência perante o álcool, pode ser praticado com absoluta perfeição. Os outros Onze Passos enunciam ideais perfeitos. São metas que contemplamos, e as medidas frente as quais estimamos nosso progresso. Sob este prisma, o Sexto Passo ainda é difícil, mas esta longe de ser impossível. A única coisa urgente é que comecemos e sigamos tentando.
Se quisermos obter algum resultado concreto na prática deste Passo para a solução de problemas fora do álcool, precisaremos fazer uma nova tentativa no sentido de limparmos a mente dos preconceitos. Precisamos erguer nosso olhar em direção à perfeição e estar prontos para caminhar nessa direção. Raramente importará a velocidade com que andamos. A única pergunta será: ‘ Estamos prontos?’
...Vamos consertar o que parece ser uma abertura perigosa que permanece. Sugere-se que devemos estar inteiramente dispostos a procurar a perfeição. Notamos, contudo, que alguma demora poderia ser perdoada. Esta palavra, na mente de um alcoólico cheio de desculpas, certamente poderia ter o sentido de um prazo longo. Poderia dizer: ‘Como é simples. Claro, caminharei para a perfeição, mas certamente não tenho pressa. Talvez possa evitar tratar, indefinidamente, alguns dos meus problemas’. Naturalmente, isto não bastará. Esta maneira de enganar a si mesmo deverá ser eliminada assim como outras prazerosas autojustificações. No mínimo, teremos de enfrentar alguns de nossos piores defeitos de caráter e tomar medidas para removê-los o mais rápido possível.
No momento em dizemos: ‘Não, nunca,’ nossa mente se fecha para a graça de Deus. A demora é perigosa e a rebelião pode ser fatal. Este é o ponto exato em que teremos de abandonar os nossos objetivos limitados e avançarmos em direção à vontade de Deus para conosco”.

12. “Saiba viver eternamente, buscando estudar e aprender coisas úteis e proveitosas a você e ao próximo. Quando paramos de aprender e progredir, começamos a morrer realmente. Aprenda o mais que puder, em todos os ramos do saber, para iluminar ao máximo o seu espírito. Aproveite todos os seus minutos, para aprender, para aumentar seus conhecimentos”.

13. “Caminhe resolutamente no sentido do seu progresso, e nenhuma voz malévola chegará aos seus ouvidos”.
“A maioria de nós achava que um bom caráter era desejável. Obviamente com caráter era algo que se ia precisar para estar satisfeito consigo mesmo. Com uma certa disposição de honestidade e moralidade, teríamos uma melhor oportunidade de obter o que realmente queríamos. Mas sempre tínhamos que escolher entre o caráter e o conforto, a formação do caráter se perdia na poeira de nossa corrida atrás daquilo que achávamos ser felicidade.
Raramente encarávamos a formação do caráter como sendo uma coisa desejável em si mesmo. Nunca nos ocorreu fazer da honestidade, tolerância e do verdadeiro amor ao próximo e a Deus, a base do viver cotidiano.
Como transformar a convicção mental correta num resultado emocional correto, e assim numa vida feliz e satisfatória, é o problema da própria vida”.

14. “Desperta e verás; trabalha e terás. Acredite e vença...”.

15. “Sejamos bons, e depois, seremos felizes... Não desejemos o prêmio antes da vitória, nem o salário antes do trabalho”.

16. “Não importa quantos passos você deu para trás. Importa quantos passos você vai dar para frente. Desperta... Levanta-te... não te detenhas até encontrar a meta”.

17. “Lembre-se de que colheremos infalivelmente, aquilo que houvermos semeado. Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas do passado. Fique alerta quanto ao momento presente! Plante apenas sementes de otimismo e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou”.
“Vivemos num mundo cheio de inveja. Em grau maior ou menor, todos são contaminados por ela. Desse defeito, certamente devemos obter um satisfação deturpada, porém definida. Se assim não fosse, por que perderíamos tanto tempo desejando o que não temos, em vez de trabalhar para obtê-lo, ou furiosamente procurando qualidades que nunca teremos, em vez de nos ajustar ao fato, aceitando-o?
Cada um de nós gostaria de viver em paz consigo mesmo e com seus semelhantes. Gostaríamos de nos assegurar de que a graça de Deus pode fazer por nós aquilo que não podemos. Temos visto que os defeitos de caráter, baseados em desejos imprevidentes e indignos, são obstáculos que bloqueiam nosso caminho em direção a esses objetivos. Agora vemos, com clareza, que estivemos fazendo exigências irracionais a nós mesmos, aos outros e a Deus”.

18. “Não choreis os vossos erros; deixai de cometê-los e praticai as virtudes opostas”.

19. “A quem você quiser convencer de suas idéias, dê o exemplo vivo de suas ações. Um exemplo vale mais do que muitos discursos. Que adianta pregar aos outros se você não pratica? Dê o exemplo de suas ações, e conquistará a todos para as suas idéias”. “O exemplo não é a melhor maneira para persuadir – é a única”.

20. “Três classes de pessoas que são infelizes: a que não sabe e não pergunta, a que sabe e não ensina e a que ensina e não faz”.

21. “Existem algumas pessoas que poderiam concluir, que estão realmente prontas a permitir que todos seus defeitos sejam removidos. Porém, até estas pessoas, se elaborassem uma relação de defeitos ainda mais brandos, seriam obrigadas a admitir que prefeririam ficar com alguns deles. Portanto, parece evidente que poucos podem tornar-se de maneira rápida e fácil, prontos para seguir rumo à perfeição espiritual e moral; desejamos nos acomodar com apenas o necessário em perfeição que nos permita viver a vida, seja lá o que isso significa para cada um de nós. Portanto, a diferença entre ‘os adultos e os adolescentes’ é igual à que existe entre a luta por um objetivo qualquer de nossa escolha e a meta perfeita que é Deus”.

22. “Para que discutir? Repare que, muitas vezes, uma simples ação de benefício, eqüivalem a milhares de palavras, que o vento leva”.

23. “Uns repartem o que é seu, e ficam mais ricos... outros arrebatam o que não é seu, e continuam na miséria”.

24. “Ser hoje, melhor do que ontem; e, amanhã, melhor do que hoje. Eis o grande objetivo da vida!”.

25. “Às vezes nossos pensamentos são como nossas roupas íntimas: far-nos-iam corar de vergonha, se tivéssemos de exibi-los em público”.

26. “A natureza abomina os que se rendem à inutilidade. Os abutres estão sempre a espera para fazer uma limpeza nas formas de vida em que há desistência de luta”.
“Quando eu era criança, adquiri alguns traços de caráter que se relacionavam com meu insaciável desejo de beber. Cresci numa cidadezinha, em Vermont, à sombra de uma montanha chamada Monte Aeolus. Uma das minhas recordações foi quando eu estava observando aquela enorme e misteriosa montanha e me perguntando o que ela era e se algum dia eu subiria tão alto. Mas fui logo distraído pela minha tia que, como presente de meu quarto aniversário, trouxe-me um chocolate. Durante os trinta e cinco anos seguintes, persegui os chocolates da vida e me esqueci totalmente da montanha”.
Quando o comodismo não chega a ser prejudicial, lhe damos um nome mais brando. Chamamos isso de ‘desfrutar de um certo conforto’”.

27. “Resolva seu problema! Há muito tempo você se propõe melhorar sua vida, melhorar seus atos, cessar definitivamente seus ‘fracassos ’. Vamos, então começar a partir deste momento! Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje... De certo você não há de resolvê-lo do dia para a noite. Mas, comece já! E se cair de novo, não desanime: saiba começar quantas vezes for preciso”!
“O que mais estimulava nossos defeitos era o medo egocêntrico; especialmente o medo de perder algo que já possuíamos ou de não ganhar algo de buscávamos. Vivendo numa base de exigências não atendidas, ficávamos num constante estado de perturbação e frustração. Portanto, não conseguíamos a paz, a não ser que pudéssemos encontrar um meio de reduzir essas exigências”.

28. Livre dos defeitos posso perdoar. Perdoar-me. E ser perdoado. Estando preparado para os passos seguintes e para uma vida realmente sóbria, serena, útil e feliz. Seguindo em frente e trabalhando os demais Passos.
“Quando estivermos prontos, dizemos mais ou menos isto: ‘Meu Criador, estou agora disposto a entregar-me inteiramente como sou, com o que tenho de bom e de mau. Peço-Te que elimines de mim todos os defeitos que me impedem de Te ser útil e aos meus semelhantes. Concede-me a força, a partir de agora, para fazer a Tua vontade’”.

29. Humildemente, sugiro aos companheiros para estudarem e praticarem o Programa de A. A. contido na Literatura , que está disponível nos Grupos e nas Centrais pelo preço de reposição.

30. Os versículos Bíblicos, pertinentes a este Passo, os incluí para um melhoramento do tema, mas sem conotação religiosa de nenhuma natureza.

1Cor. 6, 9-20. “... Não se iludam! Nem os imorais, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os caluniadores irão herdar o Reino de Deus. Alguns de vocês eram assim. Mas vocês se lavaram, foram... reabilitados em nome de Deus”.

I Cr. 6, 18. “Fugi da prostituição”.

lCor. 13, 11-12. “Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança”.

1Cor. 15, 33 “Não se deixem iludir: as más companhias corrompem os bons costumes”.

II Cr. 12, 20. “... que de algum modo haja contendas, invejas, iras, porfias, detrações, mexericos, orgulhos, tumultos;”

1Jo. 2, 9-11. “... Ao contrário, quem odeia o seu irmão está nas trevas...”,

I Jo. 3, 15. “Todo o que odeia a seu irmão é homicida...”;

1Pd. 4, 1-6. “... Vocês passaram muito tempo vivendo..., entregues a uma vida de dissolução, cobiça, embriaguez, comilanças, bebedeiras e idolatrias abomináveis. Agora os outros estranham que vocês não se entreguem à mesma torrente de perdição ...”,

2Ts. 3, 6-15. “... quem não quer trabalhar, também não coma...”.

Cl. 3, 8-14. “Agora, porém, abandonem todo isso: ira, raiva, maldade, maledicências e palavras obscenas, que saem da boca de vocês. Não mintam uns aos outros. De fato, vocês foram despojados do homem velho e de suas ações, e se revestiram do homem novo...Como escolhidos de Deus..., vistam-se de sentimentos de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e se perdoem mutuamente, sempre que tiverem queixas contra alguém. Cada um perdoe o outro, do mesmo modo que o Senhor perdoou vocês...”.

Eclo. 28, 1-26. “Quem se vinga sofrerá a vingança do Senhor, que severamente lhe pedirá contas de seus pecados. Perdoe a injustiça que o seu próximo cometeu e, quando você pedir, Deus também perdoará os pecados que você tiver cometido. Se um homem guarda rancor contra outro, como poderá pedir que Deus o cure?... como se atreve a pedir perdão de seus próprios pecados?, ... pare de odiar...não guarde rancor contra o seu próximo. não leve em conta a ofensa que fizeram a você. Fique longe das discussões, e você evitará o pecado, porque o homem raivoso atiça a briga. O homem pecador provoca discórdia entre os amigos e desavença entre os que vivem em paz.... e a briga violenta derrama sangue.... mas o golpe de língua quebra os ossos. Muitos já caíram pelo fio da espada, mas não foram tantos como as vítimas da língua...feche a boca com porta de ferrolho. Cuidado para não tropeçar com a língua...”,

Ef. 4, 22-32. “Vocês devem deixar de viver como viviam antes...,É preciso que vocês se renovem pela transformação espiritual do homem novo..., Por isso, abandonem a mentira : cada um diga a verdade ao seu próximo...,Vocês estão com raiva? Não pequem; O Sol Não Se Ponha Sobre O Ressentimento De Vocês...ao contrário, se for necessário, digam boa palavra, que seja capaz de edificar e fazer o bem aos que ouvem. ...Afastem de vocês qualquer aspereza, desdém, raiva, gritaria, insulto, e todo tipo de maldade. Sejam bons e compreensivos uns com os outros...,”

Gl. 5, 1. “O Senhor nos libertou para que sejamos verdadeiramente livres. Portanto, fiquem firmes e não se submetam de novo ao jugo da escravidão”.

Gl. 5, 13-26. “ ...as obras dos instintos egoístas são bem conhecidas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, discórdia, ciúme, ira, rivalidade, divisão, sectarismo, inveja, bebedeira, orgia e outras... Mas, o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, fé, mansidão e domínio de si...”.

Jó.5,2. “Pois a dor destrói o louco, e a inveja mata o tolo”.

Mt. 15,19. “Porque do coração procedem os maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias”.

Pr. 3, 31. “Não tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos”.

Pr. 6, 9. “Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?”

Pr. 8, 13. “O temor do Senhor é odiar o mal; a soberba, e a arrogância, e o mau caminho, e a boca perversa,”
.
Pr. 10,12. “O ódio excita contendas; mas o amor cobre todas as transgressões”.

Pr. 10, 18. “O que encobre o ódio tem lábios falsos; e o que espalha a calúnia é um insensato”.

Pr.13, 4. “O preguiçoso deseja, e coisa nenhuma alcança; mas o desejo do diligente será satisfeito”.

Pr.14,16. “O sábio teme e desvia-se do mal, mas o tolo é arrogante e dá-se por seguro”.

Pr. 15, 17. “Melhor é um prato de hortaliça, onde há amor, do que o boi gordo, e com ele o ódio”.

Pr. 16,5. “Todo homem arrogante é abominação ao Senhor; certamente não ficará impune”.

Pr. 19, 15. “A preguiça faz cair em profundo sono; e o ocioso padecerá fome”.

Pr. 21, 4. “Olhar altivo e coração orgulhoso, tal lâmpada dos ímpios é pecado”.

Pr. 21, 24. “Quanto ao soberbo e presumido, zombador é seu nome; ele procede com insolente orgulho”.

Pr.21, 25. “O desejo do preguiçoso o mata; porque as suas mãos recusam-se a trabalhar”.

Pr. 23,21. “Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza...”;

Rm. 1,29. “Estando cheios de toda a injustiça, malícia, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade;”

Rm. 2,22. “Tu, que dizes que não se deve cometer adultério, adúlteras?”

Rm. 13,13. “Andemos honestamente, como de dia: não em glutonarias e bebedeiras, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e inveja”.

Sl. 5,5. “Os arrogantes não subsistirão diante dos teus olhos; detestas a todos os que praticam a maldade”.

Sl. 10, 4. “Por causa do seu orgulho, o ímpio não o busca...”;

Sl. 109, 5. “Retribuem-me o mal pelo bem, e o ódio pelo amor”.

Tg. 3,16. “Porque onde há ciúme e sentimento faccioso, aí há confusão e toda obra má”.

Tg, 4, 1-10. “... Vocês cobiçam, e não possuem; então matam. Vocês têm inveja, e não conseguem nada; então lutam e fazem guerra...”

Zc. 8,16. “Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo; executai juízo de verdade e de paz nas vossas portas;”

Bibliografia: “Os Doze Passos”, “Livro Azul – Edição Brasileira”, “Livro Azul – Edição Portuguesa”, “Na Opinião Do Bill”, A.A. Atinge A Maioridade”, -“Coletânea I e II” - F. ,Aluízio. “Gotas De Otimismo” - O. R., Dantas. “Minutos De Sabedoria” - P. T. , Carlos. “Sagradas Escrituras” - Edição Pastoral.

Sexta-feira, 5 de Outubro de 2001